27/12/2009

The Incredible Flying Torture Orchestra


The Incredible Flying Torture Orchestra, banda de Chicago, IL, minimalista, noisy, bits, melodica - a musica combina elementos, minimalismo, shoegaze, e electronica.

2008-The Incredible Flying Torture Orchestra
2008-Alchemy
2008-Music for the post-apocalypse
2009-Music For Chairs

JANDEK – Portland Thrusday


Jandek – Portland Thrusday
Duplo disco ao vivo da performance ao vivo de Jandek em 20 de abril de 2006, no Hollywood Theater, em Portland, Oregon. Sam Coomes (Quasi) no baixo, Emil Amos (Grails, Om )na bateria, Liz Harris(Grouper) e Jessica Dennison.

DANNY COHEN - Museum of dannys

DANNY COHEN - Museum of dannys

PETER WALKER


Peter Walker lançou um disco seminal experimental de guitarra acústica. Agora, quase 40 anos desde o lançamento de Raga, Peter retorna ao estilo mais experimental que ajudou a criar nos anos 60, e estará em tourné pela primeira vez em quase quatro décadas.
A Raga For Peter Walker também foi lançado através da editora de Nova York,
Tompkins Square, apresenta quatro novas gravações de Mr. Walker, e faixas inspiradas por discípulos do seu trabalho-James Blackshaw, Greg Davis, Jack Rose, Thurston Moore, Steffen Basho-Junghans e David Shawn McMillen.

20/12/2009

A FLOCK of SEAGULLS



A Flock of Seagulls " A Flock of Seagulls " 1982.
A minha geração deve-se lembrar desta banda pop.
Quando comprei o meu primeiro HI-FI, foram uma das das minhas compras iniciais e a minha entrada na movimento pop, new romantic -The Fix, Adam Ant, Modern English, ABC
Spandau Ballet, Duran Duran, Human League.

AND ALSO the TREES


And Also the Trees " When the Rains Come " 2009.
Formaram-se em 1979, Inkberrow, Worcestershire, Inglaterra.
O primeiro álbum "From Under the Hill", foi editado em 1982.

FLAT EARTH SOCIETY


Flat Earth Society "Cheer Me, Perverts! ",2009

18/12/2009

MELHORES do ANO 2009


Críticos da Billboard votam nos melhores de 2009.

1 Jay-Z - The Blueprint 3
2 Yeah Yeah Yeahs - It`s Blitz
3 Animal Collective - Merriweather Post Pavillion
4 Phoenix - Wolfgang Amadeus Phoenix
5 Neko Case - Middle Cyclone
6 Wilco - Wilco (The Album)
7 Dirty Projectors - Bitte Orca

The VELVET UNDERGROUND


O homónimo terceiro álbum de originais foi o primeiro que contou com a presença de Doug Yule, o substituto de John Cale, que tinha abandonado o grupo em 1969. É um álbum onde se nota menos a influência de Andy Warhol.A faceta mais experimental que tinha sido aprofundada no anterior White Light/White Heat, muito por causa de John Cale, não foi tão explorada neste The Velvet Underground.

REUNIÃO dosThe VELVET UNDERGROUND


Lou Reed, Maureen Tucker e Doug Yule reuniram-se recentemente na Biblioteca Pública de Nova Iorque para uma conversa sobre a história do grupo, que agora está disponível para 'download' gratuito

Estávamos em 1993 quando os The Velvet Underground decidiram reunir-se para uma digressão que chegou a passar pelo festival de Glastonbury e pelas primeiras partes de algumas datas da Zoo TV Tour dos U2. Na semana passada o grupo voltou a aparecer em público, sem a presença de John Cale, mas para uma experiência algo diferente do esperado, já que Lou Reed, Doug Yule e Maureen 'Moe' Tucker se reuniram na Biblioteca Pública de Nova Iorque para uma conversa com o editor da Rolling Stone, David Fricke, sobre a formação do grupo e o papel influente que tiveram para a história da música. Isto no ano em que se comemoram também 45 anos desde a sua fundação.

E se nos tempos que correm os Velvet Underground são um verdadeiro ícone, os aplausos nem sempre se fizeram ouvir. Lou Reed lembrou os comentários que fizeram aos primeiros concertos em São Francisco, em 1966: "No San Francisco Chronicle disseram que éramos muito campy." O músico lembrou ainda a estreia ao vivo do grupo, no ginásio da escola Sum- mit High School, em Nova Jérsia, concerto pelo qual receberam 80 dólares (à volta de 54 euros).

Durante os 90 minutos em que estiveram à conversa perante 500 pessoas na Biblioteca Pública de Nova Iorque, recordaram ainda os tempos em que ensaiavam na Factory de Andy Warhol, onde conheceram a sua femme fatale, Nico. Andy Warhol teve mesmo um papel predominante para a afirmação dos Velvet Underground, como confirmou Lou Reed neste encontro: "É difícil de imaginar onde estaríamos sem ele. Se tivesse uma abertura de uma galeria ele levava-nos. Ele alimentou-nos." O músico, que foi o principal compositor das canções dos Velvet Under- ground, afirmou mesmo que "Andy Warhol foi uma das melhores pessoas que conheci na minha vida".

Foi também Warhol quem produziu o disco emblemático do grupo, The Velvet Underground & Nico. A cantora alemã, que foi uma das musas de Warhol, foi uma das principais temáticas abordadas na conversa que reuniu o grupo. E nessa noite Lou Reed deixou bem claro que as canções desse disco não foram escritas a pensar em Nico: "As canções já estavam escritas, eu não as escrevi especificamente para ela." O músico con- fessou também que decidiram juntar-se à cantora, que também foi modelo, porque "nenhum de nós era muito bonito". Reed e Tucker falaram ainda das dezenas de canções que experimentaram com Nico, o que por vezes foi, como Tucker referiu, uma "tortura".

Mas essa noite que juntou numa mesma sala Lou Reed, Maureen Tucker e Doug Yule como Velvet Underground não viveu só de conversa. A noite começou mesmo ao som dos mais de sete minutos de Heroin, canção presente no primeiro álbum do grupo. Já para o final afirmou: "Até hoje ninguém se aproximou do que os Velvet Underground fizeram. Não neste universo."

YO LA TENGO


Os Yo La Tengo regressam a Portugal já no próximo ano para apresentar o seu 12º álbum de originais, «Popular Songs», editado em Setembro, 2009. O grupo vai subir ao palco da Aula Magna dia 14 de Março e actuar ao vivo na Casa da Música no dia seguinte.

«Popular Songs» tem sido bastante bem recebido pela crítica e pelo público, sendo já apontado como um dos fortes candidatos às listas que reúnem os melhores discos do ano. Georgia Hubley, Ira Kaplan e James McNew são o trio responsável. A última vez que os Yo La Tengo actuaram em Portugal foi em 2006.

14/12/2009

BARK PSYCHOSIS


Bark Psychosis durante seu período activo de 1988 a 1994, deixaram uma marca no rock. A sua música é melhor descrita como post rock - o que aconteceu na crítica pública que Simon Reynolds fêz na Wire.A descrição de post rock foi gradualmente alargada a todos os tipos de rock experimental, basicamente relacionados com o movimento alternativo. é possivel na actualidade diferenciar varias escolas de gener,- a electronica (Hood, Fridge, label Factory), a americana derivada de uns Slint ,Gastr del Sol, os primeros Tortoise, a ambient-contemporanea Sigur Ros, a canadiana (label Constellation)e a fundamentada no trabalho de guitarras (Mogwai, Explosions in the Sky, etc...).Os Bark Psychosis com a utilização de samplers criam paisagens sonoras trazendo um novo som para o genero. Com 5 faixas ao vivo, versões remasterizadas, "Reserve Shotgunman", "Hex"unidas por um ultra raro tema, que todos os fãs dos Psychosis já terão ouvido - Clawhammer. Bark Psychosis - Replay, 1988.

Chris Corsano + Paul Metzger + Ben Chasny



Chris Corsano parceiro de(Paul Flaherty, Joe McPhee, Nels Cline), Ben Chasny (também conhecido como lider dos Six Organs Of Admittance)e Paul Metzger " the best banjo playing ever", guitarrista do trio punkjazz "on-again/off-again" TVBC.

Current 93 + Nurse With Wound


Current 93 & Nurse With Wound "Mi-Mor t" 1985 , Cassette - Label: Staalplaat

ILLUSION Of SAFETY


Illusion Of Safety - Live Sound Of IOS Post Effects, 1987, Cassette
Electronica Abstract, Industrial, Experimental, Ambient

Os IOS tem sido o projecto de Dan Burke, desde 1983, trabalhou com numerosos indivíduos em várias combinações de um a 12 membros. O seu trabalho tem sido continuamente em evolução, cada colaborador tem trazido a sua própria perspectiva única para o projecto. Desde 1991 IOS lançaram 15 CDs em etiquetas como a Silent, Odd Size, Staalplaat, Soleilmoon, Manifold, Tesco, e Complacency.

Yona-Kit


Yona-Kit - Yona-Kit, 1995
Membros:
Darin Gray, Jim O'Rourke, Kazuyuki Kishino, Thymme Jones

Kevin Blechdom – Eat My Heart Out (Chicks On Speed 2005)


Kevin Blechdom – Eat My Heart Out (Chicks On Speed 2005)
Design by Kevin Blechdom

Tanto a arte e a música do álbum que realmente ressoava com os meus nervos mexidos no últimos anos.Há duas capas para o álbum, a de cartão, exterior tem um desenho em que, supostamente para proteger as sensibilidades vulneráveis a foto de um "nudie" de Kevin Blechdom segurando o peito por baixo. A capa de cartão tem um desenho envolvente sobre ele; mostra Kevin segurando um coração grande que tem uma seta do Cupido de madeira partido sobre ele. Sangue escorre para fora das veias cortadas para formar bolhas amorfas.

Red Krayola With Art Language, The Sighs Trapped By Liars


Red Krayola With Art & Language, Sighs Trapped By Liars, 2007.

Acoustic Guitar, Harmonica, Synthesizer - Jim O'Rourke
Acoustic Guitar, Piano - Mayo Thompson
Bass - Noel Kupersmith
Drums - John McEntire
Electric Guitar, Bass - Tom Watson
Lyrics By - Art & Language
Vocals - Elisa Randazzo , Sandy Yang

HOUSE OF WAX (1953)

«HOUSE OF WAX (1953)»

Esculturas em cera bem realistas, peças parecem quase vivas... A cara do vilão deformada por um incêndio envolveu muita cera e resultou num dos mais assustadores vilões da história do cinema. Os efeitos especiais foram inovadores nos anos 50. Para assustar ainda mais, era sabido que o próprio realizador na vida real tinha apenas um olho.

"House of Wax", de 1953, primeiro filme 3-D que passou pelas salas de cinema americanas.

Nova York 1910, Henry Jarrod, um famoso escultor de imagens em cera, enlouquece quando o trabalho da sua vida é destruído por um incêndio criminoso.
Mas Jarrod descobre uma maneira fácil, e mais mortal, de recriar as peças de seu museu. O resultado do trabalho é assustador, pois as peças parecem quase vivas...

Realização: Andre De Toth
Música: David Buttolph
Com: Vincent Price, Frank Lovejoy, Phyllis Kirk, Carolyn Jones, Charles Bronson

29/11/2009

NICHOLAS RAY - JOHNNY GUITAR


Johnny Guitar, Nicholas Ray uma destas obras-primas do cinema americano que tem como personagem principal uma mulher( o filme foi concebido para Joan Crawford), mais dois protagonistas outras duas mulheres, ligadas entre si por um ódio de morte.

MACHA


A banda tenta recuperar o tempo perdido para incorporar as tendencias synth pop e punk-funk do início dos anos 2000 com fusão de indie rock e música pan-cultural que faz a sonoridade tão distinta da banda nos anos 90. No entanto, esses acenos aos recentes e actuais modismos musicais acabam por vezes prejudicar o som do Macha tão frequentemente como melhorá-lo; "Forget Tomorrow" apóia-s dream pop e synth pop, mas soa forçado especialmente em comparação com Dykehouse, e o album Midrange.

The Art Ensemble of Chicago

Kip Hanrahan


Lidera a banda e realmente não toca mas Kip Hanrahan é um organizador incrível de all-star bandas progressivas e um pensador. O fundador da editora americana American Clave, Hanrahan já realizou Tenderness, Exotica, Darn It!, Anthology, All Roads Are Made of the Flesh e Desire Develops an Edge. O seu estilo é uma mistura de ritmos latinos e avant-garde. A sua banda já incluíu Jack Bruce, Don Pullen, Leo Nocentelli, Robbie Ameen e Alfredo Triff.

08/11/2009

DREW BEMAS


Ilustrador e designer gráfico Drew Bemas criou estas impressionantes pinturas para Fahrenheit 212, que pode ser visto no Fahrenheit 212 Gallery, em Nova York.

06/11/2009

JOHN SHIURBA + ANTHONY BRAXTON


Guitarist e compositor John Shiurba não tem nada do que é suposto ser um guitarrista de jazz . Sua abordagem para tocar guitarra é única e tem uma vasta gama de influências- improvisação, composição moderna e noise.

Aqui em 5X5 1,2 = juntou-se a Morgan Guberman (contrabaixo), Greg Kelley (trompete), Gino Robair (percussão) e ao mestre Anthony Braxton (saxofones)musica mistura free jazz E.U., com alguns 70s-style free improv europeu.
A todo o fã de jazz / improv.

DESTROY ALL MONSTERS


Destroy All Monsters "November 22, 1963"

1001 Albums You Must Hear Before You Die, na Spotify


Provavelmente conhecem o catálogo dos álbums que o crítico musical Robert Dimery publicou em "1001 Albums You Must Hear Before You Die" 2005. No critério do autor destaca-se uma extensa selecção de música popular anglo-saxónica desde 1955 a 2006.

Oscar Celma fez o laborioso trabalho de localizar no Spotify cada um dos álbuns que aparecem no livro.
http://www.iua.upf.es/~ocelma/1001-spotify-albums/1001_spotify_albums.html

Diamanda Galás & John Paul Jones - Skótoseme (live 1994)

01/11/2009

NANNI MORETTI

Nanni Moretti confronta a platéia com a pior dor possível, a maior dor que um ser humano é capaz de sentir. E eu que o diga já o senti, e por duas vezes. Afinal a historia repete-se.

Giovanni (Nanni Moretti) é um psicanalista que reside e trabalha na cidade de Ancona, Itália. Tem uma convivência afectuosa e harmoniosa com a mulher, o filho e a filha, ambos adolescentes. É, em suma, uma vida completa, que Nanni retrata com seu humor habitual. Casado com Paola (Laura Morante) tem dois filhos: a menina Irene (Jasmine Trinca) e o jovem Andrea (Giuseppe Sanfelice). A sua vida transcorre tranquila, dividida entre a família e o consultório, até que uma tragédia a transtorna completamente. Para atender a uma chamado urgente de um paciente, Giovanni deixa de acompanhar o filho à praia e nesse passeio o rapaz morre afogado. A família, é claro, ressente-se profundamente com a morte e Giovanni sofre uma forte sensação de remorso, apesar do apoio da esposa.

Drama de uma violencia psicologica extrema, atenuada pela sensibilidade propria do cinema Italiano. Moretti nas suas obras iniciais usa ironia e sarcasmo para retratar o mundo juvenil do seu tempo.

MORREU ANTONIO SÉRGIO


A notícia foi confirmada ao Público por Luíz Montez, dono da rádio Radar, para onde trabalhava actualmente António Sérgio, também conhecido como 'O Lobo'.António Sérgio, o mítico locutor de rádio, faleceu esta madrugada devido a um ataque cardíaco.

Sérgio, de 59 anos, dedicou 41 anos da sua vida à rádio, a face mais visível de uma paixão pela música, que com tanta generosidade ofereceu atrás do microfone a várias gerações de ouvintes.

Depois de começar na Renascença no final dos anos 60, António Sérgio deixou no seu legado programas como Som da Frente, Grande Delta, Loiras, Ruivas ou Morenas, e claro, os dez anos de Hora do Lobo, na Rádio Comercial. No final de 2007, depois de ser dispensado pela Comercial, Sérgio mudou-se para a Radar FM para apresentar Viriato 25, programa que invadia o ar no início das suas queridas madrugadas.

«Uma das funções da rádio é espalhar magia: nós não temos cara, temos vozes, e isso ajuda a incendiar o imaginário dos ouvintes. E esta rádio de hoje, coitada, não incendeia absolutamente nada. Põe o ouvinte a um canto e diz-lhe: ouve isto, que não te maça, não te assusta, não te provoca, não te faz comprar discos. Outra verdade: a rádio de hoje não te faz comprar discos ­ as rádios de autor conseguiam fazer as pessoas ter paixão por comprar música», disse António Sérgio numa entrevista à revista Blitz, no final do ano passado.

António Sérgio, um dos maiores nomes da rádio portuguesa – da rádio que não sucumbiu às mecânicas playlists, à ditadura do fácil. Deu mais de 40 anos da sua vida a esse meio. Morreu "o John Peel português". O senhor do "Som da Frente", d’"A Hora do Lobo", do "Lança-Chamas", dos primeiros momentos do punk (lançou a Rotação, que editou Sémen, o primeiro single dos Xutos & Pontapés) e do pós-punk em Portugal.

Recorramos a Miguel Esteve Cardoso, em artigo de 2007 no "Público" (PDF), a propósito da última emissão do programa "A Hora do Lobo" na Rádio Comercial: "António Sérgio nunca esteve bem em qualquer estação de rádio. Mesmo quando a rádio era rádio. Porque António Sérgio é uma estação de rádio andante e uma estação não cabe noutra estação".


Contactado pelo PÚBLICO, António Macedo recorda o seu velho companheiro de rádio sobretudo como um profissional dedicadíssimo, que "andava sempre a coscuvilhar, a escarafunchar o que ia saindo... Era um autêntico coca-bichinhos, e foi assim até ontem”. “Andava sempre à procura do novo, do diferente, do que podia interessar... às vezes acertava ao lado, mas as mais das vezes acertava em cheio”.

“António Sérgio manteve-se sempre à tona, sempre coerente, sempre convicto. Foi um idealista da música, um idealista da rádio. É completamente insubstituível”, recorda António Macedo.

Para Adolfo Luxúria Canibal, ouvido pela Lusa, António Sérgio “sempre foi uma referência" durante a sua adolescência. “As memórias são muitas. Fazia parte do meu crescimento musical. Pessoalmente deixa-me muito boas memórias”, acrescentou Adolfo Luxúria Canibal, nome artístico de Adolfo Morais de Macedo, fundador, letrista e vocalista do grupo Mão Morta, desde 1984.

Embora nunca tenha trabalhado com António Sérgio, Adolfo Luxúria Canibal destacou o facto dos Mão Morta sempre terem dado a conhecer em primeira-mão os seus trabalhos ao radialista. “Sempre lhe dei primazia nos trabalhos que íamos fazendo. Era uma espécie de agradecimento pelo trabalho que ele fez e pelo crescimento musical de gerações nas quais eu me incluo”, acentuou.

Cancelamento da "Hora do Lobo" gerou protestos

Em 2007, depois de dez anos na Rádio Comercial onde dava voz à “Hora do Lobo”, o histórico programa de António Sérgio foi cancelado, por deixar de fazer sentido na nova grelha de programas.

"As pessoas que foram responsáveis [pela Comercial] consideraram que a manutenção daquele programa de autor era prestigiante para a rádio, mas agora já não acham", lamentou António Sérgio nessa altura.

O cancelamento do programa originou uma onda de reacções e protestos.

Em Dezembro de 2007, António Sérgio mudou-se para a Radar FM, onde apresentava o programa "Viriato 25" (o nome da rua da sede da rádio e o número da porta).

António Sérgio começou a fazer rádio na Renascença, em 1968.

"Som da Frente", "Lança-Chamas", o "Grande Delta" e "Loiras, Ruivas ou Morenas" foram outros dos programas mais emblemáticos do radialista.

O velório do 'John Peel' português está marcado para as 18h00 deste domingo na Basílica da Estrela, em Lisboa.