18/04/2010
TIM HODGKINSON
Actuais projectos em curso de Tim Hodgkinson incluem: K- Space com Ken Hyder, e o musico de Tuvan, Gendos Chamzyryn. Konk Pack com Roger Turner e Thomas Lehn,várias tournés e festivais, quatro CD em breve Grob. ZINC trio com Roger e Hannah Marshall. Le Pecore di Dante, duo com Elio Martusciello. DACH quarteto com Anna Maria Avram, Iancu Dumitrescu, e Chris Cutler. Black Paintings com o vocalista Nick Hobbs.RAZ-3 com Lu Edmunds (actualmente nos PIL) e Ken Hyder. Também é membro do Ensemble Hyperion em que toca clarinete baixo. E, claro, todos os tipos de duplas ocasionais e grupos maiores, shows clarinete solo, improvisando workshops, site-specific performances etc. Além disso,o trabalho como compositor, e também como antropólogo em part-time, que alimenta a sua improvisação.
TIM HODGKINSON
Tim Hodgkinson: começou no saxofone alto com grupos de free-jazz, happenings na escola. Entre 68-78 membro a tempo inteiro dos Henry Cow em sax alto, clarinete, órgão eléctrico. Primeiro show de improvisação solo foi em 79, London Musicians Collective, tocando um set-up com variadas fontes de som e processadores, tais como moduladores, delay de fita, etc. Em 1980 Hodgkinson forma ( a minha banda preferida)os The Work, com o guitarista-compositor Bill Gilonis, baixista Mick Hobbs, e o baterista Rick Wilson. Tim Hodgkinson durante estes anos tocou com vários musicos- Lol Coxhill, Fred Frith, Chris Cutler, Tom Cora, Lindsay Cooper, John Zorn, Evan Parker, Catherine Jauniaux, e Charles Hayward.
Lança a solo, Splutter, em 1985, um álbum de improvisações, e a primeira turnê em duo nos E.U.A. com Fred Frith no mesmo ano, também tocou com Zorn, Sharp, Staley e uma tourné em trio, com Chris Cochrane, e Pippin Barnett. Improvisando nos teclados no início dos anos 90, começou a concentrar-se exclusivamente na lap steel guitar, e reeds. Ao mesmo tempo iniciou uma série de viagens de estudo há Sibéria, tocou com músicos da Sibéria, formou os K-Space com o percussionista Ken Hyder, e CHAMZYRYN o musico de Tuvan que pertenceu ao grupo avant-garde rock Biosyntes, e gravou com a diva de Tuvan, Sainkho Namtchylak.
Gravou e fêz tournés com os Ossatura, o seu grupo de improvisação electro-acústica no final dos anos 90.Em 1994 edita Each in Our Own Thoughts, o primeiro CD que eu comprei do exímio artista/compositor.
Nos concertos toca clarinete, saxofone alto, clarinete baixo, guitarra lap steel, teclados, vocais e electrónica. No estúdio, também trabalha com percussão, guitarra e sampler.
Past Bands : Henry Cow (1968-78), Maldoror Palm Court Orchestra (1978-79), The Work (1980-82, 1989-90), Fluvial (1983), Officer (1984-89), TimKen [Hodgkinson/Hyder duo] (1987-88), Kalahari Surfers (1989), The Momes (1989)
Lança a solo, Splutter, em 1985, um álbum de improvisações, e a primeira turnê em duo nos E.U.A. com Fred Frith no mesmo ano, também tocou com Zorn, Sharp, Staley e uma tourné em trio, com Chris Cochrane, e Pippin Barnett. Improvisando nos teclados no início dos anos 90, começou a concentrar-se exclusivamente na lap steel guitar, e reeds. Ao mesmo tempo iniciou uma série de viagens de estudo há Sibéria, tocou com músicos da Sibéria, formou os K-Space com o percussionista Ken Hyder, e CHAMZYRYN o musico de Tuvan que pertenceu ao grupo avant-garde rock Biosyntes, e gravou com a diva de Tuvan, Sainkho Namtchylak.
Gravou e fêz tournés com os Ossatura, o seu grupo de improvisação electro-acústica no final dos anos 90.Em 1994 edita Each in Our Own Thoughts, o primeiro CD que eu comprei do exímio artista/compositor.
Nos concertos toca clarinete, saxofone alto, clarinete baixo, guitarra lap steel, teclados, vocais e electrónica. No estúdio, também trabalha com percussão, guitarra e sampler.
Past Bands : Henry Cow (1968-78), Maldoror Palm Court Orchestra (1978-79), The Work (1980-82, 1989-90), Fluvial (1983), Officer (1984-89), TimKen [Hodgkinson/Hyder duo] (1987-88), Kalahari Surfers (1989), The Momes (1989)
17/04/2010
Fiódor Dostoiévski
Recriando um estranho e doloroso mundo em torno da figura do estudante Raskólnikov, perturbado pelas privações e duras condições de vida, é a personagem central do livro, e assassina duas mulheres a golpes de machado, após isso não consegue continuar a sua vida, devido aos conflitos psicológicos na sua cabeça. Conhece uma prostituta, Sonietchka, em quem encontra a salvação – pelo amor e pelo Evangelho.
As dicotomias, pobreza e sofrimento; orgulho e dignidade; progresso e conservação – tudo o que é necessário para confirmar se, afinal, “um único crime pode resultar em cem boas acções”.
Fiódor Dostoiévski (Moscovo, 30/10/1821 – S. Petersburgo, 28/01/1881) foi um dos grandes percursores da mais moderna forma de romance, exemplificada em Marcel Proust, James Joyce, Virginia Woolf, entre outros.
As dicotomias, pobreza e sofrimento; orgulho e dignidade; progresso e conservação – tudo o que é necessário para confirmar se, afinal, “um único crime pode resultar em cem boas acções”.
Fiódor Dostoiévski (Moscovo, 30/10/1821 – S. Petersburgo, 28/01/1881) foi um dos grandes percursores da mais moderna forma de romance, exemplificada em Marcel Proust, James Joyce, Virginia Woolf, entre outros.
11/04/2010
RALPH EMERSON a sabedoria no trabalho
" A sabedoria consiste em compreender que o tempo dedicado ao trabalho nunca é perdido"
Ralph Emerson, escritor e filósofo Americano (1803-1882)
JOHN ZORN - COBRA
John Zorn (1953) tem sido a relação da vanguarda musical em Nova York por um par de décadas - um compositor incrivelmente prolífico e performer, curador e patrão da label, cujo início como um olhar eclético, das tendências rapidamente resolvido em profundidade e amplitude de visão. A jóia da sua enorme obra no entanto, é "Cobra", um dos seus primeiros peças do "jogo" - que quer dizer que se a executar ou assistir a um espectáculo dela é como se fosse um desporto de espectador, ao invés de uma composição. É um conjunto de regras para 1984 uma dezena de músicos a improvisar, sob a direcção de um teleprompter, que tem um papel em algum lugar entre o "maestro" e o "mestre", bandanas, gestos rápidos, e rapidamente as alianças envolvidas. As regras completas para "Cobra" é nunca terem sido oficialmente publicadas - parte do divertimento é que eles são passados de mão em mão entre os músicos. A durabilidade do "jogo", tem algo a ver com a sua implacável Zorniness: nunca é a mesma coisa duas vezes é totalmente dependente dos músicos específicas ao tocá-la, e ele muda-a de forma mais rápida do que os assistentes no duelo em The Sword in the Stone.
Para quem como eu assistiu na esta obra sabe do que é que estou a falar.A performance na Casa da Musica foi exactamente assim.
Para quem como eu assistiu na esta obra sabe do que é que estou a falar.A performance na Casa da Musica foi exactamente assim.
David Montgomery
The Rolling Stones: Against the Wall, Scream Gallery, London, Maio a Julho, 2010.
Fotos dos bastidores, dos Rolling Stones desde o início dos anos setenta, muitos nunca as viram e outros pouco as viram, exibidas na exposição da galeria londrina Tyrone do filho de Ronnie Wood.
Algumas das mais marcantes são a partir de uma sessão promocional para o álbum da banda de 1971 Sticky Fingers. A capa mostra um par de jeans apertados, concebida por Andy Warhol. Montgomery lembra que Mick Jagger dava a nítida impressão de que não queria estar lá.
"Suponho que eles estavam apenas sendo muito rock'n'roll. Ele estava tentando. Era como lutar com o diabo. Eu estava fotografando um monte de gente famosa na época. Eu fotografei os [Queen e políticos] e sempre adoptei a filosofia -acabar de fazer o meu trabalho o melhor que posso, e não precisar de ir para casa com essas pessoas", disse Montgomery, óbvio que estava no comando naquela noite: o Jagger ultra-confiante. "Talvez ele estava apenas de mau humor naquela noite e eu só passei a ser o Demónio dos pobres a tirar fotos."
Montgomery redescobriu as fotos apenas recentemente, e as promocionais nunca foram exibidos no Reino Unido.
Para tentar melhorar o humor de todo mundo, Montgomery levou a banda até uma loja de fish-and-chip, nas proximidades Kings Road, o que levou Montgomery usar a sua Kodak Instamatic- fotos nunca vistas, também estão na exposição.
"Era apenas um infeliz, realmente. A única outra pessoa a dar-me uma sequência contínua de uma sessão para o meu dinheiro foi Barbra Streisand. Eu gosto do Stones e ainda gosto da música deles, mas eu simplesmente não consigo ouvir a Barbra Streisand."
A exposição também inclui fotografias de Roberto Rabanne e Bob Gruen, que se tornou fotógrafo pessoal de John Lennon quando ele estava em Nova York.
Beatles to Bowie: Swinging 60s at the National Portrait Gallery
Beatles to Bowie: Swinging 60s at the National Portrait Gallery.
Retrospectiva da Swinging London na National Portrait Gallery no final de 2009, que comemora 50 anos desde 1960.
Retrospectiva da Swinging London na National Portrait Gallery no final de 2009, que comemora 50 anos desde 1960.
KRAUTROCK - Cosmic Rock and It´s Legacy
Julian Cope, no livro Krautrocksampler, explica que o género que engloba bandas como os Can, Kraftwerk, Neu!, Faust ou Amon Düül II é "um fenómeno britânico subjectivo". Esta ideia parece ser reforçada pelo aparecimento quase simultâneo do documentário Krautrock - The Rebirth of Germany (dirigido por Ben Whalley para a BBC 4 e estreado no final de 2009)
A editora britânica Black Dog Publishing, responsável, por exemplo, pelo livro de homenagem às lojas de discos independentes Old Rare New lançado em 2008, acaba de disponibilizar Krautrock - Cosmic Rock and It's Legacy , uma colecção de textos que lança uma renovada perspectiva sobre a história do rock que se produziu na Alemanha a partir, sobretudo, da segunda metade dos anos 60.
Profusamente ilustrado com fotos raras, posters e capas de discos, este livro beneficia ainda das palavras especializadas de jornalistas como David Keenan (The Wire), David Stubbs (The Wire, NME, Uncut) e Michael Faber (The Guardian), escritores como Brian Morton (com livros publicados sobre Miles Davis, Shostakovitch e Prince) e músicos como Gavin Russon (dos Black Meteoric Star) e Ann Shenton (dos Add N To X). O livro inclui uma secção de ensaios, mais de 100 páginas dedicadas a perfis de bandas organizadas alfabeticamente e que se estendem dos Agitation Free aos Witthüser & Westrupp, evocações das principais casas editoriais do krautrock, como a Bacillus, a Brain, a Kosmische Musik, a Ohr e a Pilz, e ainda retratos dos principais produtores, como Dieter Dierks e Konrad "Conny" Plank. Um timeline e um artigo publicado originalmente em Paris em 1973 concluem este trabalho antológico.
A editora britânica Black Dog Publishing, responsável, por exemplo, pelo livro de homenagem às lojas de discos independentes Old Rare New lançado em 2008, acaba de disponibilizar Krautrock - Cosmic Rock and It's Legacy , uma colecção de textos que lança uma renovada perspectiva sobre a história do rock que se produziu na Alemanha a partir, sobretudo, da segunda metade dos anos 60.
Profusamente ilustrado com fotos raras, posters e capas de discos, este livro beneficia ainda das palavras especializadas de jornalistas como David Keenan (The Wire), David Stubbs (The Wire, NME, Uncut) e Michael Faber (The Guardian), escritores como Brian Morton (com livros publicados sobre Miles Davis, Shostakovitch e Prince) e músicos como Gavin Russon (dos Black Meteoric Star) e Ann Shenton (dos Add N To X). O livro inclui uma secção de ensaios, mais de 100 páginas dedicadas a perfis de bandas organizadas alfabeticamente e que se estendem dos Agitation Free aos Witthüser & Westrupp, evocações das principais casas editoriais do krautrock, como a Bacillus, a Brain, a Kosmische Musik, a Ohr e a Pilz, e ainda retratos dos principais produtores, como Dieter Dierks e Konrad "Conny" Plank. Um timeline e um artigo publicado originalmente em Paris em 1973 concluem este trabalho antológico.
KRAUTROCK
Tal como Holger Czukay dos Can, também Ralf Hutter e Florian Schneider estudaram com Stockhausen. Quando a indústria discográfica alemã percebeu que havia público para a nova sonoridade que se desenhava no final dos anos 60 - e que levou ao aparecimento de labels especializadas como a Ohr ou a Brain. Foi o caso dos Organization que editaram Tonefloat em 1970, que depois mudam de nome para Kraftwerk.
Na década de 60, a identidade musical alemã dividia-se em dois extremos: por um lado os inócuos cantores populares que na televisão por outro o exemplo extraordinário do compositor Karlheinz Stockhausen, cuja música circulava pelos mesmos meios académicos que haveriam de incendiar a realidade política e social das capitais europeias antes do final da década. O compositor alemão esteve na Califórnia onde deu palestras sobre música experimental a audiências que incluíam gente como Jerry Garcia dos Grateful Dead ou Grace Slick dos Jefferson Airplane e, como explica Julian Cope no seu seminal livro Krautrocksampler (Head Heritage, 1995), "ao invés de desprezar a nova música, Stockhausen foi visto num concerto dos Jefferson Airplane no Filmore West e terá dito que a música o "arrasou completamente"". Os jovens músicos alemães estavam atentos: o mesmo compositor sério que simbolicamente tinha "destruído" o hino alemão na sua famosa obra Hymnen irritando tanto a esquerda intelectual como a direita conservadora abraçava também as possibilidades da experiência psicadélica. Holger Czukay, aluno de Stockhausen e ele próprio professor, mostrava obras do seu mestre a alunos em 1968. Um deles, Michael Karoli, respondeu na mesma moeda e tocou uma gravação de "I Am The Walrus" dos Beatles numa aula. Czukay, até aí imerso no universo erudito, teve uma revelação, e juntamente com Irmin Schmidt e Michael Karoli formou uma banda de rock - os influentes Can que haveriam de visitar Lisboa no final da década seguinte.
No meio de todos estes freak-outs, gritos, feedback, drones, do pulsar mecânico e das ambiências electrónicas existia a música dos Kraftwerk, dos Can, Amon Düül II (que tocaram no Dramático de Cascais, em 1977), Floh de Cologne, Guru Guru, Faust, Neu!, Embryo, Popol Vuh, Ash Ra Tempel ou Tangerine Dream - entre tantas outras grandes bandas alemãs da década de 70 identificadas com um único termo - krautrock .
Na década de 60, a identidade musical alemã dividia-se em dois extremos: por um lado os inócuos cantores populares que na televisão por outro o exemplo extraordinário do compositor Karlheinz Stockhausen, cuja música circulava pelos mesmos meios académicos que haveriam de incendiar a realidade política e social das capitais europeias antes do final da década. O compositor alemão esteve na Califórnia onde deu palestras sobre música experimental a audiências que incluíam gente como Jerry Garcia dos Grateful Dead ou Grace Slick dos Jefferson Airplane e, como explica Julian Cope no seu seminal livro Krautrocksampler (Head Heritage, 1995), "ao invés de desprezar a nova música, Stockhausen foi visto num concerto dos Jefferson Airplane no Filmore West e terá dito que a música o "arrasou completamente"". Os jovens músicos alemães estavam atentos: o mesmo compositor sério que simbolicamente tinha "destruído" o hino alemão na sua famosa obra Hymnen irritando tanto a esquerda intelectual como a direita conservadora abraçava também as possibilidades da experiência psicadélica. Holger Czukay, aluno de Stockhausen e ele próprio professor, mostrava obras do seu mestre a alunos em 1968. Um deles, Michael Karoli, respondeu na mesma moeda e tocou uma gravação de "I Am The Walrus" dos Beatles numa aula. Czukay, até aí imerso no universo erudito, teve uma revelação, e juntamente com Irmin Schmidt e Michael Karoli formou uma banda de rock - os influentes Can que haveriam de visitar Lisboa no final da década seguinte.
No meio de todos estes freak-outs, gritos, feedback, drones, do pulsar mecânico e das ambiências electrónicas existia a música dos Kraftwerk, dos Can, Amon Düül II (que tocaram no Dramático de Cascais, em 1977), Floh de Cologne, Guru Guru, Faust, Neu!, Embryo, Popol Vuh, Ash Ra Tempel ou Tangerine Dream - entre tantas outras grandes bandas alemãs da década de 70 identificadas com um único termo - krautrock .
10/04/2010
CYRO BATISTA
Para quem acompanha o trabalho de J.Zorn, já deve conhecer este fantastico musico.
Desde a chegada aos E.U. em 1980 vindo do seu país natal, o Brasil, Cyro Baptista surgiu como um dos percussionistas de top no país. Coincidindo com o aumento do interesse do público na música do mundo, Cyro conseguiu gravar e fazer tournés com alguns dos nomes mais populares da música. O domínio da percussão brasileira e de muitos instrumentos que cria para si, catapultou-o para a fama mundial.
Com seu projecto, o ensemble de percussão e dança conhecida como "Cyro Donkey Beat" dá rédea solta à sua imaginação, misturando a tremenda habilidade musical, com o seu humor natural e as formas teatrais com os instrumentos do Brasil, Médio Oriente, Indonésia, África e E.U. .
Fez várias tournês com Yo-Yo Ma's Brazil Project, Trey Anastasio's Band (of Phish),John Zorn's Electric Masada, Herbie Hancock, Sting e Paul Simon's Rhythm of the Saints ".
A grande variedade de artistas que tocou e gravou com inclue: David Byrne, Kathleen Battle, Gato Barbieri, Dr. John, Brian Eno, Ryuichi Sakamoto, Robert Palmer, Melissa Etheridge, Laurie Anderson, John Zorn, James Taylor, Carly Simon, Daniel Barenboin, Bobby McFerrin, Wynton Marsalis, Yo-Yo-Ma, Medeski Martin & Wood, Spyro Gyra, Trey Anastasio de Phish, Jay-Z, Snoop Dogg, Santana e Sting. Ele também já tocou com muitos respeitados artistas brasileiros como Milton Nascimento, Caetano Veloso, Ivan Lins, Marisa Monte e Naná Vasconcelos.
Cyro Baptista & Banquet of the Senses " Infinito " 2009. Baptista é apoiado aqui com a sua actual banda, reforçada por Anat Cohen, Erik Friedlander, Peter Scherer, Romero Lubambo e pelo menos uma dúzia de outros.
Desde a chegada aos E.U. em 1980 vindo do seu país natal, o Brasil, Cyro Baptista surgiu como um dos percussionistas de top no país. Coincidindo com o aumento do interesse do público na música do mundo, Cyro conseguiu gravar e fazer tournés com alguns dos nomes mais populares da música. O domínio da percussão brasileira e de muitos instrumentos que cria para si, catapultou-o para a fama mundial.
Com seu projecto, o ensemble de percussão e dança conhecida como "Cyro Donkey Beat" dá rédea solta à sua imaginação, misturando a tremenda habilidade musical, com o seu humor natural e as formas teatrais com os instrumentos do Brasil, Médio Oriente, Indonésia, África e E.U. .
Fez várias tournês com Yo-Yo Ma's Brazil Project, Trey Anastasio's Band (of Phish),John Zorn's Electric Masada, Herbie Hancock, Sting e Paul Simon's Rhythm of the Saints ".
A grande variedade de artistas que tocou e gravou com inclue: David Byrne, Kathleen Battle, Gato Barbieri, Dr. John, Brian Eno, Ryuichi Sakamoto, Robert Palmer, Melissa Etheridge, Laurie Anderson, John Zorn, James Taylor, Carly Simon, Daniel Barenboin, Bobby McFerrin, Wynton Marsalis, Yo-Yo-Ma, Medeski Martin & Wood, Spyro Gyra, Trey Anastasio de Phish, Jay-Z, Snoop Dogg, Santana e Sting. Ele também já tocou com muitos respeitados artistas brasileiros como Milton Nascimento, Caetano Veloso, Ivan Lins, Marisa Monte e Naná Vasconcelos.
Cyro Baptista & Banquet of the Senses " Infinito " 2009. Baptista é apoiado aqui com a sua actual banda, reforçada por Anat Cohen, Erik Friedlander, Peter Scherer, Romero Lubambo e pelo menos uma dúzia de outros.
09/04/2010
Os Estudos de Kinsey são dois livros controversos sobre comportamento sexual humano, Sexual Behavior in the Human Male (1948) e Sexual Behavior in the Human Female (1953), por Dr. Alfred C. Kinsey, Wardell Pomeroy e outros. Kinsey era um zoologista na Indiana University at Bloomington e o fundador do Institute for Sex Research.
As pesquisas de Kinsey's supreenderam o público em geral e foram imediatamente foco de controvérsia e visibilidade. As suas conclusões causaram choque e escândalo, não só por desafiarem ideias convencionais sobre a sexualidade mas também porque discutia questões que eram até então tabu. O senso comum que a heterossexualidade e a abstinência eram a norma quer ética quer estatística não tinha até então sido seriamente posto em causa.
Em Janeiro de 2008 fêz 60 anos que foi publicada a obra "Sexual Behavior in the Human Male" de Alfred Kinsey.
As pesquisas de Kinsey's supreenderam o público em geral e foram imediatamente foco de controvérsia e visibilidade. As suas conclusões causaram choque e escândalo, não só por desafiarem ideias convencionais sobre a sexualidade mas também porque discutia questões que eram até então tabu. O senso comum que a heterossexualidade e a abstinência eram a norma quer ética quer estatística não tinha até então sido seriamente posto em causa.
Em Janeiro de 2008 fêz 60 anos que foi publicada a obra "Sexual Behavior in the Human Male" de Alfred Kinsey.
05/04/2010
LYDIA LUNCH / MICHAEL GIRA
HARD ROCK (TAPE)
Lydia Lunch: Wet Me On A Dead Night (14 mins)// Michael Gira: I’m an Infant/I Worship Him (23 mins).
Recording info: Lydia's part recorded on a Sony Walkman in Michael Gira's bedroom and Michael's part in his kitchen ,Brooklyn, New York City during Feb-84.
Notes: Spoken Word. Split Lydia Lunch/ Michael Gira [Swans] tape.
Ecstatic Peace foi fundada por Thurston Moore .
OMAR RODRIGUEZ
Omar Rodríguez López: The Apocalypse Inside of an Orange, 2007 (gravado em 2005,Amsterdam),quarto disco a solo de Omar.
Allen Ginsberg
Allen Ginsberg: Songs of Innocence and Experience (1969)
Uma experiencia psicadélica em que Ginsberg recita e canta poemas de Willliam Blake rodeado de músicos e amigos - Allen Ginsberg, Don Cherry, Elvin Jones, entre outros..
Uma experiencia psicadélica em que Ginsberg recita e canta poemas de Willliam Blake rodeado de músicos e amigos - Allen Ginsberg, Don Cherry, Elvin Jones, entre outros..
Fred Hersch
Aos 54 anos e com 45 álbuns gravados, a partir da década de 70, é considerado um renovador do género musical criado em New Orleans. O pianista nascido em Ohio celebra a vida com mais um disco.Desembarcou em Manhattan aos 21 anos, em 1977. A cidade fervia de inquietação. Hersch cruzava Nova York com sua curiosidade. Três décadas depois, o músico e dedicado professor de estrelas como Brad Mehldau e Ethan Iverson, foi o primeiro gay a sair do armário no chauvinista mundo do jazz, ao se declarar sero positivo em 1986.
Em todo o ano de 2008, eu esteve muito doente. Começou o ano com demência, relacionada à infecção pelo HIV, ficou mesmo maluco durante meses. Começou a recuperar, e logo em seguida contrai uma pneumonia e entra em coma por mais dois meses. Quando saiu da pneumonia, não conseguia engolir, falar, andar, segurar um lápis nem muito menos,tocar piano.
" Mas lembrei-me de sonhos. Pesadelos e sonhos vividos. Alguns deles, ao menos dois vou usar na nova peça que estou compondo, coincide com eventos reais. Por um certo tempo durante o coma, estava tão agitado que me tiveram de amarrar à cama. E tive sonhos em que aparecia preso, sem poder me mexer. Esses sonhos voltaram à minha memória tantas vezes e com tal precisão que senti a necessidade de fazer algo artístico com eles. Então, estou concebendo uma peça de 70 minutos para um ensemble médio, alguns sopros, cordas, piano, baixo, percussão, uma narradora/cantora e efeitos visuais. Alguns dos sonhos vão ser contados com um roteiro animado projectado na tela. Estou a trabalharcom um artista de animação e um letrista. Esta peça vai ter a première em Nova York em Maio de 2011" .
O pianista Fred Hersch actuou na Culturgest a 26 de Março,2010 e marcou a estreia do músico entre nós, ele que tem um curriculum e uma interessante história humana que embebe a sua arte e que mostra como um drama pode ser transformado num serviço aos próximos.
Hersch vem a solo, e foi o único a tocar a solo no Village Vanguard, mas só depois da morte do seu fundador e antes tocou ao lado de grandes figuras do jazz como Stan Getz, Joe Henderson, Lee Konitz e Art Farmer, Toots Thielemans ou Jane Ira Bloom. Seja a solo, duo, trio ou quinteto, Hersh explorou a tradição do jazz e abriu novas e inexploradas portas.
Em todo o ano de 2008, eu esteve muito doente. Começou o ano com demência, relacionada à infecção pelo HIV, ficou mesmo maluco durante meses. Começou a recuperar, e logo em seguida contrai uma pneumonia e entra em coma por mais dois meses. Quando saiu da pneumonia, não conseguia engolir, falar, andar, segurar um lápis nem muito menos,tocar piano.
" Mas lembrei-me de sonhos. Pesadelos e sonhos vividos. Alguns deles, ao menos dois vou usar na nova peça que estou compondo, coincide com eventos reais. Por um certo tempo durante o coma, estava tão agitado que me tiveram de amarrar à cama. E tive sonhos em que aparecia preso, sem poder me mexer. Esses sonhos voltaram à minha memória tantas vezes e com tal precisão que senti a necessidade de fazer algo artístico com eles. Então, estou concebendo uma peça de 70 minutos para um ensemble médio, alguns sopros, cordas, piano, baixo, percussão, uma narradora/cantora e efeitos visuais. Alguns dos sonhos vão ser contados com um roteiro animado projectado na tela. Estou a trabalharcom um artista de animação e um letrista. Esta peça vai ter a première em Nova York em Maio de 2011" .
O pianista Fred Hersch actuou na Culturgest a 26 de Março,2010 e marcou a estreia do músico entre nós, ele que tem um curriculum e uma interessante história humana que embebe a sua arte e que mostra como um drama pode ser transformado num serviço aos próximos.
Hersch vem a solo, e foi o único a tocar a solo no Village Vanguard, mas só depois da morte do seu fundador e antes tocou ao lado de grandes figuras do jazz como Stan Getz, Joe Henderson, Lee Konitz e Art Farmer, Toots Thielemans ou Jane Ira Bloom. Seja a solo, duo, trio ou quinteto, Hersh explorou a tradição do jazz e abriu novas e inexploradas portas.
HENRY COW
Henry Cow foi uma das bandas Inglesas mais conhecidas da era progressiva (embora apenas um cult favorito nos E.U.),o som era tão inconstante e ousado que tiveram poucos seguidores, mesmo por ter inspirado muitos de ambos os lados do Atlântico. A sua música tem marcado os últimos 20 anos devido ás diversas influências - Oliver Messiaen , Kurt Weill, Frank Zappa, Soft Machine.
Os primeiros trabalhos do grupo, Legend de 1973, Unrest de 1974 e In Praise Of Learning de 1975( com as famosas capas que mostravam uma meia) definiram a criatividade intransigente do grupo, e o que pretendia com o seu som: improvisações complexas, misturas de diversas influências sonoras, e solos feitos de forma caótica.Estava consolidado em 1978, um dos movimentos mais sólidos do avant-prog. O grupo funcionava mais ou menos como um colectivo, com uma verdadeira identidade do grupo que mudou a formação de álbum para álbum.
Avessos a "venderem" ou a aprisionar o seu som, tocaram com outros grupos ou artistas que tiveram uma relação comercial ou mais sucesso que eles ( Soft Machine, Pink Floyd e Mike Oldfield), ou que tivessem uma visão musical ainda mais radical com os percursores do Krautrock, os alemães Faust.
O grupo tinha um carácter político, e por vezes apresentava-o, de forma radical, nas canções em "Nine Funerals Of The Citizen King", a banda canta sobre as mazelas do capitalismo e os efeitos danosos que o mesmo impunha na sociedade, e em performances(nalguns shows a bandeira da antiga União Soviética era hasteada no palco).
Tim Hodgkinson tocava teclados; Chris Cutler tocava bateria, Fred Frith uma variedade de instrumentos, com especialização em cordas (guitarra, em particular), todos eles cantavam. Os três aparecem em todos os álbuns Henry Cow gravado entre 1973 e 1978. Outros membros incluía a multi-reedist Lindsay Cooper, o baixista John Greaves e cantora alemã Dagmar Krause, que trabalhou com Frith e Cutler nos Art Bears e mais tarde gravou (bilíngue) canções de Brecht e Weill.
Os primeiros trabalhos do grupo, Legend de 1973, Unrest de 1974 e In Praise Of Learning de 1975( com as famosas capas que mostravam uma meia) definiram a criatividade intransigente do grupo, e o que pretendia com o seu som: improvisações complexas, misturas de diversas influências sonoras, e solos feitos de forma caótica.Estava consolidado em 1978, um dos movimentos mais sólidos do avant-prog. O grupo funcionava mais ou menos como um colectivo, com uma verdadeira identidade do grupo que mudou a formação de álbum para álbum.
Avessos a "venderem" ou a aprisionar o seu som, tocaram com outros grupos ou artistas que tiveram uma relação comercial ou mais sucesso que eles ( Soft Machine, Pink Floyd e Mike Oldfield), ou que tivessem uma visão musical ainda mais radical com os percursores do Krautrock, os alemães Faust.
O grupo tinha um carácter político, e por vezes apresentava-o, de forma radical, nas canções em "Nine Funerals Of The Citizen King", a banda canta sobre as mazelas do capitalismo e os efeitos danosos que o mesmo impunha na sociedade, e em performances(nalguns shows a bandeira da antiga União Soviética era hasteada no palco).
Tim Hodgkinson tocava teclados; Chris Cutler tocava bateria, Fred Frith uma variedade de instrumentos, com especialização em cordas (guitarra, em particular), todos eles cantavam. Os três aparecem em todos os álbuns Henry Cow gravado entre 1973 e 1978. Outros membros incluía a multi-reedist Lindsay Cooper, o baixista John Greaves e cantora alemã Dagmar Krause, que trabalhou com Frith e Cutler nos Art Bears e mais tarde gravou (bilíngue) canções de Brecht e Weill.
04/04/2010
PORTUGUESE NUGGETS VOL. 1
Vinte e poucos anos antes do "pai do rock" (Rui Veloso)e da mãe do rock (José Cid) já o Quinteto Académico, Pop Five Music Incorporated, Vítor Gomes, e o Quarteto 111 desbravaram o caminho do rock Português. Depois ainda vieram os Arte & Oficio, Tantra... e muitos outros.
Edição limitada a 500 copias.Portuguese Nuggets, é um documento fundamental em três discos que reúne as raízes do rock’n'roll nacional dos anos 50 e 60. Um grupo de jovens pegaram nas suas guitarras eléctricas e procuraram recriar os sons que vinham de lá de fora, sem critérios subjectivos de qualidade- também não havia muito mais, reuniram e juntaram o que de mais significativo se fazia na época. A série Portuguese Nuggets, como o nome indica é inspirado na mítica compilação Nuggets, conta com três volumes - este reúne produção do rock português do período 1964-1969.
01. (Intro:Pop Five Music Incorporated) - Overture (0:46)
02. Os Tártaros - Tartária (2:49)
03. Quinteto Académico - Train (2:22)
04. Daniel Bacelar - Tema Dos Gentlemen (1:4
05. Pop Five Music Incorporated - Fire (2:29)
06. Conjunto Académico Joao Paulo - Sue Lin A Minha Chinesa (2:20)
07. Victor Gomes & Sideriais - Mama (2:1
08. Paulo Machado - Hoje Mais Feliz Do Que Nunca (2:1
09. Conjunto Ruy Manuel - Fuga (2:30)
10. Conjunto Mistério - Tired Of Waiting (2:33)
11. Os Morgans - Opus (1:50)
12. Conjunto Académico Joao Paulo - Hully Gully Do Montanhes (2:2
13. Os Titas - Tema Para Titas (3:04)
14. Sheiks - Try To Understand (2:04)
15. Os Chinchilas - I`m A Believer (2:3
16. Quarteto 1111 - Bissaide (3:13)
17. Jets - Let Me Live My Live (3:10)
18. Os Blusoes Negros - Tequilla (2:37)
19. Os Ekos - Esquece (2:45)
20. (Outro:Eusebio) - (Outro:Eusebio) (0:32)
Edição limitada a 500 copias.Portuguese Nuggets, é um documento fundamental em três discos que reúne as raízes do rock’n'roll nacional dos anos 50 e 60. Um grupo de jovens pegaram nas suas guitarras eléctricas e procuraram recriar os sons que vinham de lá de fora, sem critérios subjectivos de qualidade- também não havia muito mais, reuniram e juntaram o que de mais significativo se fazia na época. A série Portuguese Nuggets, como o nome indica é inspirado na mítica compilação Nuggets, conta com três volumes - este reúne produção do rock português do período 1964-1969.
01. (Intro:Pop Five Music Incorporated) - Overture (0:46)
02. Os Tártaros - Tartária (2:49)
03. Quinteto Académico - Train (2:22)
04. Daniel Bacelar - Tema Dos Gentlemen (1:4
05. Pop Five Music Incorporated - Fire (2:29)
06. Conjunto Académico Joao Paulo - Sue Lin A Minha Chinesa (2:20)
07. Victor Gomes & Sideriais - Mama (2:1
08. Paulo Machado - Hoje Mais Feliz Do Que Nunca (2:1
09. Conjunto Ruy Manuel - Fuga (2:30)
10. Conjunto Mistério - Tired Of Waiting (2:33)
11. Os Morgans - Opus (1:50)
12. Conjunto Académico Joao Paulo - Hully Gully Do Montanhes (2:2
13. Os Titas - Tema Para Titas (3:04)
14. Sheiks - Try To Understand (2:04)
15. Os Chinchilas - I`m A Believer (2:3
16. Quarteto 1111 - Bissaide (3:13)
17. Jets - Let Me Live My Live (3:10)
18. Os Blusoes Negros - Tequilla (2:37)
19. Os Ekos - Esquece (2:45)
20. (Outro:Eusebio) - (Outro:Eusebio) (0:32)
SAM PREKOP
Enquanto continuo há espera de um possível novo album (não vou ter essa sorte)contento-me com Fotografias...... Photographs é uma nova colecção de fotografia criado por Sam Prekop. O livro de capa dura, possui 45 fotografias a preto e branco de Sam. Como bónus especial a primeira edição virá com um CD de música instrumental de Sam registada apenas para este livro..
MACHA
No meu outro blog já escrevi um post sobre esta desconhecida banda os Macha. Não me lembro de as revistas e jornais portugueses referirem-se há banda.
Tradicionalmente, quando os músicos de rock olham para o "eastward", a inspiração vai num esforço de bater profundamente na espiritualidade, aparentemente inerente ás músicas das culturas orientais.
Em 1996, o multi-instrumentista Joshua McKay e o baterista e seu irmão Mischo McKay encontraram-se ambos a viver em Athens, GA, após uma separação de três anos (que tinham passado juntos em Gainesville, FL,) onde ambos estavam numa banda chamada Emperor Moth. A dupla voltam a uma cidade universitária e formam os Macha, juntamente com outro amigo e multi-instrumentista, Kai Reidl.
Não são facilmente rotulados, os Macha, empregam, guitarra, voz, e bateria juntamente com muitos instrumentos não-tradicionais - hammered dulcimer, cítara javanês, vibrafone, gongos, e um sintetizador chamado de "máquina de diversão", entre outros, para criar música que é uma combinação de drone rock e música popular da Indonésia. A banda lançou o auto-intitulado álbum de estreia em 1998, para a Jetset Records. O grupo em 2004 gravou Forget Tomorrow. Cada novo álbum dos Macha gera expectativa.
AFTER DINNER
After Dinner foi formado em 1981 por Haco, a vocalista com belos vocais (que às vezes é visto como a resposta Japonesa a Dagmar Krause)que escreve tanto a letra como a música. O grupo teve uma rotação de line-up com membros de muitas e variadas origens musicais reunidos de acordo com cada projecto de gravação ou de apresentações ao vivo.
Empregando uma vasta gama de instrumentos e arranjos complexos, a banda abrange a new wave, música japonesa tradicional, contemporânea, rock e avant-garde.
Em 1983, o álbum (LP), Glass Tube (Kang-Gang, Japão), foi lançado a nível nacional, e distribuído no exterior, onde recebeu muita atenção na cena "free music" da Europa e América. Em 1987 o grupo recebeu elogio unânime de publicações de música tais como NME, LAM, e Melody Maker, comentando que estavam a ajudar a "inverter a importação maciça no Japão da mega pop ocidental.
Em 1989 fizeram com sucesso uma turnê por 19 cidades na Europa. Em 1990, a banda participou em cinco festivais internacionais de música, conseguindo ainda maior popularidade na Europa. No mesmo ano, Haco apareceu no filme Step Across the Border, um documentário sobre Fred Frith, uma das canções que os After Dinner/Haco interpretaram ao piano, foi incluída na banda sonora do CD.
Em 1991, a banda tocou no Festival Victoriaville Canadá. A RER Megacorp (Reino Unido) lançou o CD, After Dinner / Live Editions,- contém o primeiro álbum (1984), 5 músicas de Souvenir Cassette (1988), e mais 4 faixas ao vivo (1986-1990). Isto marcou o fim dos After Dinner.
Em 2001 foi re-masterizado do seu segundo (internacional) álbum "Paradise of Replica", agora ostentando quatro novas faixas remisturadas por Terre Thaemlitz, Plantinga Pascal e Joshua McKay dos etno indie-rockers Macha.
CANNONBALL ADDERLEY - Somethin' Else
Cannonball Adderley " Somethin' Else " 1958.
Hoje estive a ouvir o meu Somethin 'Else, o álbum de 1958 do músico de jazz Julian "Cannonball" Adderley, considerado um marco no estilo hard bop e cool. Neste aclamado LP pela crítica é notável a presença de importantes contribuições- Miles Davis, numa das suas poucas gravações para a Blue Note. Muitos críticos e fãs de jazz consideram Somethin 'Else estar entre os maiores álbuns de jazz de todos os tempos.
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