Com um dos mais impressionantes acervos literários do mundo, a Biblioteca do Congresso Americano agora amplia os seus serviços on-line.
No total são mais de 10.000 ficheiros de áudio do começo do século XX, a maioria feita pela Victor Talking Machine Company, entre 1901 e 1925, entre os quais música, discursos, poesia e humor, estão disponíveis, de forma gratuita, através do site National Jukebox .
Os conteúdos do Jukebox, que conta com a parceria da Sony Music Entertainment, deverão crescer nos próximos tempos, de forma regular, à medida que forem sendo adicionados mais gravações de editoras como a Victor, a Columbia ou a OKeh
16/05/2011
MU
Mu “Mu”, 1971, Pop Rock, Progressive, Psychedelic, RnB.
O som de Mu é uma mistura de todo o rock psicadélico e rhythm and blues. Os ritmos mostra a influência em Captain Beefheart, mas Mu é um caso mais radio-friendly, que a Magic Band. As músicas são em grande parte instrumental e semi-suites progressivas. Mu benefícios a partir desta, a rara, até mesmo mistura de experimental com songcraft consoante. Ala o reino do hipnótico.
Jeff Cotton, juntamente com Randy Wimmer, deixaram os Mu em 1975 para estudarem o Christian Ministry. Merrell Fankhauser, o homem por trás de uma série de álbuns como Fapardokly e HMS Bounty’s Things, cresceu cada vez mais fascinado com o continente perdido dos Mu, grava mais discos baseados no tema Mu e continuou a tocar música nas ilhas havaianas.
O som de Mu é uma mistura de todo o rock psicadélico e rhythm and blues. Os ritmos mostra a influência em Captain Beefheart, mas Mu é um caso mais radio-friendly, que a Magic Band. As músicas são em grande parte instrumental e semi-suites progressivas. Mu benefícios a partir desta, a rara, até mesmo mistura de experimental com songcraft consoante. Ala o reino do hipnótico.
Jeff Cotton, juntamente com Randy Wimmer, deixaram os Mu em 1975 para estudarem o Christian Ministry. Merrell Fankhauser, o homem por trás de uma série de álbuns como Fapardokly e HMS Bounty’s Things, cresceu cada vez mais fascinado com o continente perdido dos Mu, grava mais discos baseados no tema Mu e continuou a tocar música nas ilhas havaianas.
04/02/2011
GOOGLE ART PROJECT
Nova ferramenta do Google permite viagem pelos museus do mundo
A Google revelou mais uma novidade. A partir de agora é possível, através do Art Project (http://googleartproject.com/) visualizar 17 dos museus de arte mais importantes do mundo sem sair de casa ou mesmo da cadeira.
A nova ferramenta da Google permite a qualquer utilizador descobrir e visualizar virtualmente mais de mil obras de arte em alta resolução e 17 delas com super resolução.
A visita aos 17 museus de 11 cidades espalhadas por 9 países permite ainda conhecer a história de cada autor, obra ou museu, ‘passear’ pelas galerias e seleccionar as obras de arte que mais lhe interessam.
O painel de informação permite aos utilizadores acederem ainda a mais detalhes sobre a obra de arte, encontrarem outros trabalhos do mesmo artista ou visualizarem vídeos relacionados no YouTube.
Museus participantes:
Altes Nationalgalerie, Berlim, Alemanha
Frick collection, Nova Iorque, Estados Unidos
Galeria degli Uffizi, Florença, Itália
Freer Gallery - Smithsonian, Washington, Estados Unidos
Galería Tretyakov, São Petersburgo, Rússia
Gemäldegalerie, Berlim, Alemanha
MoMA, Museum of Modern Art, Nova Iorque, Estados Unidos
Museu Hermitage, São Petersburgo, Rússia
Museu Kampa, Praga, República Checa
Museu Rainha Sofia, Madrid, Espanha
Museu Thyssen-Bornemisza, Madrid, Espanha
Museu Van Gogh, Ámesterdão, Holanda
National Gallery, Londres, Reino Unido
Palacio de Versalhes, França
Rijksmuseum, Amesterdão, Holanda
Tate Britain, Londres, Reino Unido
Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque, Estados Unidos
A Google revelou mais uma novidade. A partir de agora é possível, através do Art Project (http://googleartproject.com/) visualizar 17 dos museus de arte mais importantes do mundo sem sair de casa ou mesmo da cadeira.
A nova ferramenta da Google permite a qualquer utilizador descobrir e visualizar virtualmente mais de mil obras de arte em alta resolução e 17 delas com super resolução.
A visita aos 17 museus de 11 cidades espalhadas por 9 países permite ainda conhecer a história de cada autor, obra ou museu, ‘passear’ pelas galerias e seleccionar as obras de arte que mais lhe interessam.
O painel de informação permite aos utilizadores acederem ainda a mais detalhes sobre a obra de arte, encontrarem outros trabalhos do mesmo artista ou visualizarem vídeos relacionados no YouTube.
Museus participantes:
Altes Nationalgalerie, Berlim, Alemanha
Frick collection, Nova Iorque, Estados Unidos
Galeria degli Uffizi, Florença, Itália
Freer Gallery - Smithsonian, Washington, Estados Unidos
Galería Tretyakov, São Petersburgo, Rússia
Gemäldegalerie, Berlim, Alemanha
MoMA, Museum of Modern Art, Nova Iorque, Estados Unidos
Museu Hermitage, São Petersburgo, Rússia
Museu Kampa, Praga, República Checa
Museu Rainha Sofia, Madrid, Espanha
Museu Thyssen-Bornemisza, Madrid, Espanha
Museu Van Gogh, Ámesterdão, Holanda
National Gallery, Londres, Reino Unido
Palacio de Versalhes, França
Rijksmuseum, Amesterdão, Holanda
Tate Britain, Londres, Reino Unido
Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque, Estados Unidos
01/02/2011
ARTE OFICIO
Os Roxigénio iniciam as suas actividades em 1980, tendo ao comando António Garcez (vindo dos portuenses Arte & Ofício).
Com 33 anos, Garcez era uma figura da Rock português que não passava despercebida, devido às suas "performances" em palco e a algumas declarações polémicas que produzia em palco ou em entrevistas a órgãos de comunicação social.
Após ter passado pelos Pentágono e Psico, para além dos Arte & Ofício, Garcez recruta o guitarrista Filipe Mendes (que vinha dos Psico e tinha passado pelos Heavy Band e os Chinchilas), o brasileiro Betto Palumbo, na bateria e o baixista José Aguiar para dar forma a um projecto musical muito próximo do Heavy-Metal, sem influências da New-Wave.
No final de 1980 sai o seu primeiro LP "Roxigénio", com uma bela capa, mas cujo conteúdo musical deixava algo a desejar. Cantando em inglês, o grupo tem muitas limitações a nível da pronúncia do idioma, apesar de Garcez ter cantado em inglês nos Arte & Ofício. O disco consegue algum sucesso no programa radiofónico "Rock em Stock" e o grupo alcança alguns dos seus objectivos. Apesar disso, o seu sonho de internacionalização esfuma-se com este disco pobre musicalmente e sem hipóteses de passar além de Portugal.
Em 1981, os Roxigénio lançam o single "Song at Middle Voice", que atinge o primeiro lugar no top do "Rock em Stock". No lado 2 deste single encontra-se o tema "My Vocation". Neste disco o som Heavy é mais notório e Garcez melhora o seu sotaque inglês.
O ex-Mini Pop Abílio Queiroz entrara para a bateria [participa já no single "Song At Middle Voice"] e Garcez dá uma entrevista ao "Se7e" onde declara que os Roxigénio estão 20 anos à frente de Rui Veloso.
Em 1982 a banda lança o seu segundo disco de longa duração "Roxigénio 2" que inclui o "hit" "Stiff Nicked Obstinated".
Muito solicitados para espectáculos, os Roxigénio visitam o Sabugal para darem um concerto no dia 13 de Novembro de 1982, onde todas as capacidades do grupo puderam ser vistas e ouvidas. O concerto não desiludiu quem esteve atento. Garcez continuava a ser um verdadeiro "animal de palco" e Filipe Mendes um guitarrista multifacetado.
Em 1983 sai o terceiro disco "Rock'n'Roll Men" que nada acrescenta de relevante em relação ao que se conhecia. Da actual formação fazem parte dois ex-Go Graal Blues Band (Hipo Birdie e Fernando Delaere), para além de Frederic, nas guitarras, fazendo acompanhamento a Filipe Mendes.
Este disco revela-se um fracasso e o grupo tenta a sua aproximação ao público cantando em português.(1 Sem chegar a gravar, nesta nova fase, com uma formação que incluía saxofone, apresentam-se num programa de música da RTP2.
Por falta de interesse do público o grupo dissolve-se e Garcez ainda se juntará aos Stick (banda efémera) (2) e gravará em português com os Trabalhadores do Comércio, onde encontra os seus antigos companheiros dos Arte & Ofício.
Filipe Mendes parte para os Estados Unidos e regressará, já nos anos 90 como Phil Mendrix para participar em espectáculos com os Irmãos Catita.
Com 33 anos, Garcez era uma figura da Rock português que não passava despercebida, devido às suas "performances" em palco e a algumas declarações polémicas que produzia em palco ou em entrevistas a órgãos de comunicação social.
Após ter passado pelos Pentágono e Psico, para além dos Arte & Ofício, Garcez recruta o guitarrista Filipe Mendes (que vinha dos Psico e tinha passado pelos Heavy Band e os Chinchilas), o brasileiro Betto Palumbo, na bateria e o baixista José Aguiar para dar forma a um projecto musical muito próximo do Heavy-Metal, sem influências da New-Wave.
No final de 1980 sai o seu primeiro LP "Roxigénio", com uma bela capa, mas cujo conteúdo musical deixava algo a desejar. Cantando em inglês, o grupo tem muitas limitações a nível da pronúncia do idioma, apesar de Garcez ter cantado em inglês nos Arte & Ofício. O disco consegue algum sucesso no programa radiofónico "Rock em Stock" e o grupo alcança alguns dos seus objectivos. Apesar disso, o seu sonho de internacionalização esfuma-se com este disco pobre musicalmente e sem hipóteses de passar além de Portugal.
Em 1981, os Roxigénio lançam o single "Song at Middle Voice", que atinge o primeiro lugar no top do "Rock em Stock". No lado 2 deste single encontra-se o tema "My Vocation". Neste disco o som Heavy é mais notório e Garcez melhora o seu sotaque inglês.
O ex-Mini Pop Abílio Queiroz entrara para a bateria [participa já no single "Song At Middle Voice"] e Garcez dá uma entrevista ao "Se7e" onde declara que os Roxigénio estão 20 anos à frente de Rui Veloso.
Em 1982 a banda lança o seu segundo disco de longa duração "Roxigénio 2" que inclui o "hit" "Stiff Nicked Obstinated".
Muito solicitados para espectáculos, os Roxigénio visitam o Sabugal para darem um concerto no dia 13 de Novembro de 1982, onde todas as capacidades do grupo puderam ser vistas e ouvidas. O concerto não desiludiu quem esteve atento. Garcez continuava a ser um verdadeiro "animal de palco" e Filipe Mendes um guitarrista multifacetado.
Em 1983 sai o terceiro disco "Rock'n'Roll Men" que nada acrescenta de relevante em relação ao que se conhecia. Da actual formação fazem parte dois ex-Go Graal Blues Band (Hipo Birdie e Fernando Delaere), para além de Frederic, nas guitarras, fazendo acompanhamento a Filipe Mendes.
Este disco revela-se um fracasso e o grupo tenta a sua aproximação ao público cantando em português.(1 Sem chegar a gravar, nesta nova fase, com uma formação que incluía saxofone, apresentam-se num programa de música da RTP2.
Por falta de interesse do público o grupo dissolve-se e Garcez ainda se juntará aos Stick (banda efémera) (2) e gravará em português com os Trabalhadores do Comércio, onde encontra os seus antigos companheiros dos Arte & Ofício.
Filipe Mendes parte para os Estados Unidos e regressará, já nos anos 90 como Phil Mendrix para participar em espectáculos com os Irmãos Catita.
ARTE OFICIO
Os Roxigénio iniciam as suas actividades em 1980, tendo ao comando António Garcez (vindo dos portuenses Arte & Ofício).
Com 33 anos, Garcez era uma figura da Rock português que não passava despercebida, devido às suas "performances" em palco e a algumas declarações polémicas que produzia em palco ou em entrevistas a órgãos de comunicação social.
Após ter passado pelos Pentágono e Psico, para além dos Arte & Ofício, Garcez recruta o guitarrista Filipe Mendes (que vinha dos Psico e tinha passado pelos Heavy Band e os Chinchilas), o brasileiro Betto Palumbo, na bateria e o baixista José Aguiar para dar forma a um projecto musical muito próximo do Heavy-Metal, sem influências da New-Wave.
No final de 1980 sai o seu primeiro LP "Roxigénio", com uma bela capa, mas cujo conteúdo musical deixava algo a desejar. Cantando em inglês, o grupo tem muitas limitações a nível da pronúncia do idioma, apesar de Garcez ter cantado em inglês nos Arte & Ofício. O disco consegue algum sucesso no programa radiofónico "Rock em Stock" e o grupo alcança alguns dos seus objectivos. Apesar disso, o seu sonho de internacionalização esfuma-se com este disco pobre musicalmente e sem hipóteses de passar além de Portugal.
Em 1981, os Roxigénio lançam o single "Song at Middle Voice", que atinge o primeiro lugar no top do "Rock em Stock". No lado 2 deste single encontra-se o tema "My Vocation". Neste disco o som Heavy é mais notório e Garcez melhora o seu sotaque inglês.
O ex-Mini Pop Abílio Queiroz entrara para a bateria [participa já no single "Song At Middle Voice"] e Garcez dá uma entrevista ao "Se7e" onde declara que os Roxigénio estão 20 anos à frente de Rui Veloso.
Em 1982 a banda lança o seu segundo disco de longa duração "Roxigénio 2" que inclui o "hit" "Stiff Nicked Obstinated".
Muito solicitados para espectáculos, os Roxigénio visitam o Sabugal para darem um concerto no dia 13 de Novembro de 1982, onde todas as capacidades do grupo puderam ser vistas e ouvidas. O concerto não desiludiu quem esteve atento. Garcez continuava a ser um verdadeiro "animal de palco" e Filipe Mendes um guitarrista multifacetado.
Em 1983 sai o terceiro disco "Rock'n'Roll Men" que nada acrescenta de relevante em relação ao que se conhecia. Da actual formação fazem parte dois ex-Go Graal Blues Band (Hipo Birdie e Fernando Delaere), para além de Frederic, nas guitarras, fazendo acompanhamento a Filipe Mendes.
Este disco revela-se um fracasso e o grupo tenta a sua aproximação ao público cantando em português.(1 Sem chegar a gravar, nesta nova fase, com uma formação que incluía saxofone, apresentam-se num programa de música da RTP2.
Por falta de interesse do público o grupo dissolve-se e Garcez ainda se juntará aos Stick (banda efémera) (2) e gravará em português com os Trabalhadores do Comércio, onde encontra os seus antigos companheiros dos Arte & Ofício.
Filipe Mendes parte para os Estados Unidos e regressará, já nos anos 90 como Phil Mendrix para participar em espectáculos com os Irmãos Catita.
Com 33 anos, Garcez era uma figura da Rock português que não passava despercebida, devido às suas "performances" em palco e a algumas declarações polémicas que produzia em palco ou em entrevistas a órgãos de comunicação social.
Após ter passado pelos Pentágono e Psico, para além dos Arte & Ofício, Garcez recruta o guitarrista Filipe Mendes (que vinha dos Psico e tinha passado pelos Heavy Band e os Chinchilas), o brasileiro Betto Palumbo, na bateria e o baixista José Aguiar para dar forma a um projecto musical muito próximo do Heavy-Metal, sem influências da New-Wave.
No final de 1980 sai o seu primeiro LP "Roxigénio", com uma bela capa, mas cujo conteúdo musical deixava algo a desejar. Cantando em inglês, o grupo tem muitas limitações a nível da pronúncia do idioma, apesar de Garcez ter cantado em inglês nos Arte & Ofício. O disco consegue algum sucesso no programa radiofónico "Rock em Stock" e o grupo alcança alguns dos seus objectivos. Apesar disso, o seu sonho de internacionalização esfuma-se com este disco pobre musicalmente e sem hipóteses de passar além de Portugal.
Em 1981, os Roxigénio lançam o single "Song at Middle Voice", que atinge o primeiro lugar no top do "Rock em Stock". No lado 2 deste single encontra-se o tema "My Vocation". Neste disco o som Heavy é mais notório e Garcez melhora o seu sotaque inglês.
O ex-Mini Pop Abílio Queiroz entrara para a bateria [participa já no single "Song At Middle Voice"] e Garcez dá uma entrevista ao "Se7e" onde declara que os Roxigénio estão 20 anos à frente de Rui Veloso.
Em 1982 a banda lança o seu segundo disco de longa duração "Roxigénio 2" que inclui o "hit" "Stiff Nicked Obstinated".
Muito solicitados para espectáculos, os Roxigénio visitam o Sabugal para darem um concerto no dia 13 de Novembro de 1982, onde todas as capacidades do grupo puderam ser vistas e ouvidas. O concerto não desiludiu quem esteve atento. Garcez continuava a ser um verdadeiro "animal de palco" e Filipe Mendes um guitarrista multifacetado.
Em 1983 sai o terceiro disco "Rock'n'Roll Men" que nada acrescenta de relevante em relação ao que se conhecia. Da actual formação fazem parte dois ex-Go Graal Blues Band (Hipo Birdie e Fernando Delaere), para além de Frederic, nas guitarras, fazendo acompanhamento a Filipe Mendes.
Este disco revela-se um fracasso e o grupo tenta a sua aproximação ao público cantando em português.(1 Sem chegar a gravar, nesta nova fase, com uma formação que incluía saxofone, apresentam-se num programa de música da RTP2.
Por falta de interesse do público o grupo dissolve-se e Garcez ainda se juntará aos Stick (banda efémera) (2) e gravará em português com os Trabalhadores do Comércio, onde encontra os seus antigos companheiros dos Arte & Ofício.
Filipe Mendes parte para os Estados Unidos e regressará, já nos anos 90 como Phil Mendrix para participar em espectáculos com os Irmãos Catita.
ARTE OFICIO
A banda Arte & Ofício surgiu em 1976 , no Porto, quando o baixista Sérgio Castro e o vocalista António Garcez, dois antigos elementos dos Psico, decidem formar um grupo de Rock. A este núcleo inicial juntam-se Álvaro Azevedo (ex-Pop Five Music Inc.), na bateria e os guitarristas Fernando Nascimento e Serginho. Este grupo de veteranos, todos com larga experiência na música pop portuguesa pretende fazer dos Arte & Ofício um grupo profissional .
O seu som caracteriza-se por uma mistura de Hard Rock com Jazz Rock, na linha de uns Gentle Giant, mas com estéticas originais. O seu primeiro trabalho é um single com "Festival" e "Let Yourself Be", a que se seguirá outro single com "The Little Story Of Little Jimmy" e "Quibble". Nestes dois trabalhos é notório o profissionalismo da banda e, sobretudo, descobre-se um verdadeiro performer em Garcez.
No ano do lançamento dos singles fazem a primeira parte dos alemães Can , no Pavilhão dos Desportos de Lisboa e conseguem ofuscar a famosa banda teutónica. A revista "Música & Som" titulará mesmo "Arte & Ofício - O êxito dos Can". Bastante solicitada para espectáculos, a banda dá um magnífico concerto na cidade da Guarda no dia 8 de Abril de 1978, no Baile de Finalistas, com a primeira parte a pertencer ao Spartaks, a jogar em casa. Nesse mesmo ano sai o máxi-single "Come Hear The Band" e "O Cacarejo da Galinha", onde a banda revela todas as suas potencialidades. O tema com o título em português é totalmente experimental e o tema-título é um vigoroso Rock, ao qual os portugueses não estavam habituados, vindo de bandas portuguesas.
Em 1979 é editado "Faces", o seu primeiro trabalho de longa duração, com duas faces bem distintas: uma face Rock e uma face Jazz Rock. Este disco conta com a participação de António Pinho Vargas, hoje reputado músico de Jazz, que fará parte do line up da banda durante algum tempo. O grupo inicia uma tournée nacional em Teatros , com o apoio de uma marca de "jeans" e que chega à Guarda no dia 7 de Julho de 1979. O velhinho Cine-Teatro da Guarda ,com lotação esgotada, aplaudiu o grupo de Sérgio Castro. Garcez confirma-se como um verdadeiro "animal de palco" e o som da banda está cada vez melhor.
Quando se pensava que a banda estava para durar sofre um rude golpe com as saídas de Serginho e Garcez (este último para formar os Roxigénio). Nada, porém, estava perdido. A banda recruta André Sarbib e grava "Marijuana", um grande sucesso nos seus espectáculos ao vivo, e que lhe permite fazer as primeiras partes de Joe Jackson em vários países do Sul da Europa.
O "boom" do Rock português, com várias bandas a cantar na língua de Camões, é que foi fatal para o grupo. O público não aderiu ao seu Rock cantado em inglês e o seu último LP "Danza" não se conseguiu impor, apesar da sua qualidade, se ouvido hoje. Pouco tempo depois do lançamento do disco , e perante as poucas solicitações para concertos, o grupo dá por terminada a sua carreira. Ao mesmo tempo que mantinha os Arte & Ofício, Sérgio Castro forma os Trabalhadores do Comércio, que lhe permite continuar na crista da onda durante o tempo que durou o fenómeno do Rock português. Foi, aliás, com esta banda brincalhona que António Garcez voltou a gravar e a cantar em português.
O seu som caracteriza-se por uma mistura de Hard Rock com Jazz Rock, na linha de uns Gentle Giant, mas com estéticas originais. O seu primeiro trabalho é um single com "Festival" e "Let Yourself Be", a que se seguirá outro single com "The Little Story Of Little Jimmy" e "Quibble". Nestes dois trabalhos é notório o profissionalismo da banda e, sobretudo, descobre-se um verdadeiro performer em Garcez.
No ano do lançamento dos singles fazem a primeira parte dos alemães Can , no Pavilhão dos Desportos de Lisboa e conseguem ofuscar a famosa banda teutónica. A revista "Música & Som" titulará mesmo "Arte & Ofício - O êxito dos Can". Bastante solicitada para espectáculos, a banda dá um magnífico concerto na cidade da Guarda no dia 8 de Abril de 1978, no Baile de Finalistas, com a primeira parte a pertencer ao Spartaks, a jogar em casa. Nesse mesmo ano sai o máxi-single "Come Hear The Band" e "O Cacarejo da Galinha", onde a banda revela todas as suas potencialidades. O tema com o título em português é totalmente experimental e o tema-título é um vigoroso Rock, ao qual os portugueses não estavam habituados, vindo de bandas portuguesas.
Em 1979 é editado "Faces", o seu primeiro trabalho de longa duração, com duas faces bem distintas: uma face Rock e uma face Jazz Rock. Este disco conta com a participação de António Pinho Vargas, hoje reputado músico de Jazz, que fará parte do line up da banda durante algum tempo. O grupo inicia uma tournée nacional em Teatros , com o apoio de uma marca de "jeans" e que chega à Guarda no dia 7 de Julho de 1979. O velhinho Cine-Teatro da Guarda ,com lotação esgotada, aplaudiu o grupo de Sérgio Castro. Garcez confirma-se como um verdadeiro "animal de palco" e o som da banda está cada vez melhor.
Quando se pensava que a banda estava para durar sofre um rude golpe com as saídas de Serginho e Garcez (este último para formar os Roxigénio). Nada, porém, estava perdido. A banda recruta André Sarbib e grava "Marijuana", um grande sucesso nos seus espectáculos ao vivo, e que lhe permite fazer as primeiras partes de Joe Jackson em vários países do Sul da Europa.
O "boom" do Rock português, com várias bandas a cantar na língua de Camões, é que foi fatal para o grupo. O público não aderiu ao seu Rock cantado em inglês e o seu último LP "Danza" não se conseguiu impor, apesar da sua qualidade, se ouvido hoje. Pouco tempo depois do lançamento do disco , e perante as poucas solicitações para concertos, o grupo dá por terminada a sua carreira. Ao mesmo tempo que mantinha os Arte & Ofício, Sérgio Castro forma os Trabalhadores do Comércio, que lhe permite continuar na crista da onda durante o tempo que durou o fenómeno do Rock português. Foi, aliás, com esta banda brincalhona que António Garcez voltou a gravar e a cantar em português.
ARTE OFICIO
Na segunda metade dos anos 70, disputavam com os lisboetas Tantra o título de representantes máximos do rock progressivo feito em Portugal. Em algumas noites em que as duas bandas actuavam, quem tocava primeiro era decidido com recurso à técnica da “moeda ao ar”, recorda Álvaro Azevedo, baterista dos portuenses Arte & Ofício.
A principal dificuldade para reunir os Arte & Ofício, grupo que fez carreira durante a década de 70, prendia-se com o facto de o vocalista, António Garcês, estar radicado nos Estados Unidos. "Mal o contactei, ele ficou logo todo entusiasmado e disse que viajaria para Portugal já nos próximos dias", revelou o baterista, Álvaro Azevedo.
Os portuenses voltam sábado, aos palcos. O regresso tem como pretexto uma noite de homenagem a músicos portugueses dos anos 60, 70 e 80, promovida pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), às 22h30, no bar BBC, em Lisboa. Mas pode não ficar por aqui: a banda está a equacionar fazer mais concertos e o catálogo está a ser digitalizado para ser editado pela primeira vez em CD - o seu vinil "Faces", 1979, no mercado internacional, por se tratar de uma raridade, num site britânico aparece ao preço de 780 euros, enquanto num japonês o mesmo disco custa cerca de 260 euros- a Movieplay vai digitalizar a música dos Arte & Ofício para a editar em CD.
Se houver convites nesse sentido, pode até vir um novo álbum a caminho, refere o baterista, satisfeito com a reacção que a notícia do regresso motivou em agentes do sector e em redes sociais como o Facebook.
Os Arte & Ofício surgiram em 1976, com membros dos Psico e dos Pop Five Music Inc. nas suas fileiras. Tinham bandas como os Gentle Giant e os Yes – “eram os discos que ouvíamos” – como inspiração.
“Era uma época dourada em termos de actuações. Não havia esta moda dos DJ. Tocávamos praticamente todas as semanas – ou era uma festa de finalistas ou era um concerto”, diz Álvaro Azevedo, que é também membro dos Trabalhadores do Comércio, nascidos das cinzas dos Arte & Ofício, que terminaram em 1982. Não sobreviveram ao “boom do rock português”, uma altura em que o público preferia canções rock mais simples e cantadas na língua natal.
No BBC, o grupo apresentar-se-á com António Garcez na voz (veio dos Estados Unidos, para onde emigrou, de propósito), Sérgio Castro (também dos Trabalhadores do Comércio) no baixo e voz, Fernando Nascimento na guitarra, André Sarbib ao piano e no órgão e Álvaro Azevedo.
Foi preciso poucos ensaios para os Arte & Ofício voltarem a tocar as canções, apesar da música dos Arte & Ofício ser “complexa, com três ou quatro andamentos” por tema, descreve Álvaro Azevedo.
A SPA vai homenagear 40 bandas e artistas do pop-rock português, entre as quais Adelaide Ferreira, os Xutos & Pontapés, os Delfins e os Ena Pá 2000. No BBC, haverá pequenos concertos de alguns destes grupos e uma actuação mais prolongada dos Xutos & Pontapés.
É a primeira gala de homenagem da SPA a músicos portugueses. Estão previstas, ainda sem datas, noites dedicadas ao fado, jazz e música erudita e música popular portuguesa e cantautores.
A principal dificuldade para reunir os Arte & Ofício, grupo que fez carreira durante a década de 70, prendia-se com o facto de o vocalista, António Garcês, estar radicado nos Estados Unidos. "Mal o contactei, ele ficou logo todo entusiasmado e disse que viajaria para Portugal já nos próximos dias", revelou o baterista, Álvaro Azevedo.
Os portuenses voltam sábado, aos palcos. O regresso tem como pretexto uma noite de homenagem a músicos portugueses dos anos 60, 70 e 80, promovida pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), às 22h30, no bar BBC, em Lisboa. Mas pode não ficar por aqui: a banda está a equacionar fazer mais concertos e o catálogo está a ser digitalizado para ser editado pela primeira vez em CD - o seu vinil "Faces", 1979, no mercado internacional, por se tratar de uma raridade, num site britânico aparece ao preço de 780 euros, enquanto num japonês o mesmo disco custa cerca de 260 euros- a Movieplay vai digitalizar a música dos Arte & Ofício para a editar em CD.
Se houver convites nesse sentido, pode até vir um novo álbum a caminho, refere o baterista, satisfeito com a reacção que a notícia do regresso motivou em agentes do sector e em redes sociais como o Facebook.
Os Arte & Ofício surgiram em 1976, com membros dos Psico e dos Pop Five Music Inc. nas suas fileiras. Tinham bandas como os Gentle Giant e os Yes – “eram os discos que ouvíamos” – como inspiração.
“Era uma época dourada em termos de actuações. Não havia esta moda dos DJ. Tocávamos praticamente todas as semanas – ou era uma festa de finalistas ou era um concerto”, diz Álvaro Azevedo, que é também membro dos Trabalhadores do Comércio, nascidos das cinzas dos Arte & Ofício, que terminaram em 1982. Não sobreviveram ao “boom do rock português”, uma altura em que o público preferia canções rock mais simples e cantadas na língua natal.
No BBC, o grupo apresentar-se-á com António Garcez na voz (veio dos Estados Unidos, para onde emigrou, de propósito), Sérgio Castro (também dos Trabalhadores do Comércio) no baixo e voz, Fernando Nascimento na guitarra, André Sarbib ao piano e no órgão e Álvaro Azevedo.
Foi preciso poucos ensaios para os Arte & Ofício voltarem a tocar as canções, apesar da música dos Arte & Ofício ser “complexa, com três ou quatro andamentos” por tema, descreve Álvaro Azevedo.
A SPA vai homenagear 40 bandas e artistas do pop-rock português, entre as quais Adelaide Ferreira, os Xutos & Pontapés, os Delfins e os Ena Pá 2000. No BBC, haverá pequenos concertos de alguns destes grupos e uma actuação mais prolongada dos Xutos & Pontapés.
É a primeira gala de homenagem da SPA a músicos portugueses. Estão previstas, ainda sem datas, noites dedicadas ao fado, jazz e música erudita e música popular portuguesa e cantautores.
The Son Of Stiff Tour 1980
Various - The Son Of Stiff Tour 1980
Label: Stiff Records, Stiff Records, Vinyl, 12", 45 RPM
A1 Joe "King" Carrasco And The Crowns* - Betty's World 3:25
A2 Any Trouble - Turning Up The Heat 2:58
B1 Equators, The - Georgie 2:39
B2 Tenpole Tudor - There Are The Boys 3:42
B3 Dirty Looks - Drop That Tan 5:17
TENPOLE TUDOR
Tenpole Tudor, (left to right):
Dick Crippen, Gary Long, Eddie Tenpole (aka Eddie Tudor-Pole) e Bob Kingston.
Vi esta banda no Festival Rock (sim um Festival)no velhinho Pavilhão Infante Sagres, Porto - The Son of Stiff TOUR 1980.
O cartaz incluía cinco bandas. Ainda tenho o bilhete... ando a digitalizar todos os meus bilhetes- são mais de 200, vai demorar um pouco. vou criar um blog para o efeito. Vou dando noticias brevemente... espero que gostem.
Dick Crippen, Gary Long, Eddie Tenpole (aka Eddie Tudor-Pole) e Bob Kingston.
Vi esta banda no Festival Rock (sim um Festival)no velhinho Pavilhão Infante Sagres, Porto - The Son of Stiff TOUR 1980.
O cartaz incluía cinco bandas. Ainda tenho o bilhete... ando a digitalizar todos os meus bilhetes- são mais de 200, vai demorar um pouco. vou criar um blog para o efeito. Vou dando noticias brevemente... espero que gostem.
Top 10 Dicas exercícios e truques para treinar e melhorar o seu cérebro
Top 10 Dicas exercícios e truques para treinar e melhorar o seu cérebro:
1. Exercise and Eat Well
2. Learn About Your Brain's Faults and Account for Them
3. Meditate
4. Lumosity
5. Tell Yourself Stories
6. Act Like You're Teaching
7. Write Instead of Type (More Often)
8. Practice Simple Math Every Day
9. Wikipedia:Random
10. Sudoku
1. Exercise and Eat Well
2. Learn About Your Brain's Faults and Account for Them
3. Meditate
4. Lumosity
5. Tell Yourself Stories
6. Act Like You're Teaching
7. Write Instead of Type (More Often)
8. Practice Simple Math Every Day
9. Wikipedia:Random
10. Sudoku
31/01/2011
JOE PASS
"Virtuoso" integrado na série Original Jazz Classics Remasters, do genial guitarrista Joe Pass, gravado sem "overdubs", aquilo que parecia ser impossível; versões rápidas de clássicos bop como "How High The Moon", "Cherokee" ou "All The Things You Are", a solo, na sua guitarra semi-acústica, com uma técnica convencional prodigiosa que lhe permitia tocar simultaneamente o acompanhamento harmónico e as partes solistas.
Joe Pass foi um lendário guitarrista de jazz. Começou a tocar aos 9 anos, e antes de terminar o colegio, passou para a estrada. Como muitos artistas de jazz nos anos 50, Pass teve problemas com drogas e esteve limpo durante uma temporada na prisão.
Após voltar a gravar no início dos anos 60, trabalhou como músico de estúdio em Los Angeles, tocando numa dúzia de registos. Assinou então com a Pablo Records, e gravou a sua influente série Virtuoso.
Joe Pass foi um lendário guitarrista de jazz. Começou a tocar aos 9 anos, e antes de terminar o colegio, passou para a estrada. Como muitos artistas de jazz nos anos 50, Pass teve problemas com drogas e esteve limpo durante uma temporada na prisão.
Após voltar a gravar no início dos anos 60, trabalhou como músico de estúdio em Los Angeles, tocando numa dúzia de registos. Assinou então com a Pablo Records, e gravou a sua influente série Virtuoso.
SONNY ROLLINS
Integrado na série Original Jazz Classics Remasters, "Way Out West", na capa uma famosa fotografia de William Claxton tirada no deserto americano, Sonny Rollins veste roupas de cowboy (coldre de pistolas incluido) e segura na mão o seu saxofone tenor. Uma imagem que se tornou emblemática de um dos registos mais amados do jazz.
Ao escutarmos o saxofone de Rollins é difícil imaginar que este disco tenha sido gravado na década de 50. O contrabaixista Ray Brown e o baterista Shelly Manne formam a secção rítmica de "Way Out West".
Ao escutarmos o saxofone de Rollins é difícil imaginar que este disco tenha sido gravado na década de 50. O contrabaixista Ray Brown e o baterista Shelly Manne formam a secção rítmica de "Way Out West".
29/01/2011
MARILYN MONROE
Mortos eles continuam a render milhões - Elvis, Lennon, Michael Jackson, e Marilyn.
Ela é a mais nova musa da Christian Dior, vai ser a estrela de um novo filme, será tema de um reality show e ainda está prestes a fechar contratos com marcas de cosmésticos, lingerie e utensílios domésticos.
Uma rotina normal de celebridade se não fosse pelo facto de a garota-propaganda em questão ter morrido há 49 anos. Marilyn Monroe, que completaria 85 anos este ano, permanece sinonimo de óptimos negócios e movimenta ainda mais dinheiro que no auge de sua fama, nos anos 1950.
Foram cerca de US$ 5 milhões só no ano passado e mais de dois mil contratos de licenciamento nos últimos 20 anos.
Mas 2011 se anuncia ainda mais especial e lucrativo. E o responsável pela nova ressurreição do maior símbolo sexual de Hollywood é Jamie Salter, CEO de uma das maiores empresas de propriedade intelectual do mundo, a Authentic Brands Group (ABG).
Lee Strasberg com Anna.
O grupo americano, em parceria com a companhia de entretenimento Neca, acaba de comprar os direitos de nome e imagem da loira, que pertenciam a Anna Strasberg, terceira esposa de Lee Strasberg (1901-1982), professor de actuação de Marilyn durante oito anos. No seu testamento, a diva deixou o control de 75% do seu património para o mestre administrar, em gratidão por sua tutela artística e pessoal antes e depois de ela se tornar uma estrela.
Com sua morte, os direitos passaram para as mãos de Anna. As cifras do negócio não foram divulgadas, mas ficaram em torno de US$ 50 milhões. O objectivo de Salter é tornar a estrela ainda mais popular no mundo inteiro.
“A geração mais nova vai se apaixonar por ela como nós nos apaixonamos”, comentou o especialista em marcas, que também detém os direitos do cantor de reggae Bob Marley.
“Por que Lindsay Lohan se inspira em Marilyn? Por que Lady Gaga também faz o mesmo?
ANDY WARHOL
A marca de champanhe Dom Pérignon criou uma edição limitada em homenagem a Andy Warhol.As garrafas coloridas são resultado da parceria com a Andy Warhol Foundation e começaram a ser vendidas no dia 15 de Outubro. Dizem que ele adorava champanhe. Baratinho não é........como as sua sobras mas deve dar vontade de ter/beber.
Concorrencia com os modelos disco e rock da Absolut!.
Concorrencia com os modelos disco e rock da Absolut!.
The Best of Young Spanish-Language Novelists
De Borges para Bolaño, o espanhol deu-nos alguns dos escritores mais queridos dos séculos 20 e 21. Mas como o alcance da cultura de língua espanhola se estende muito além Espanha e América Latina, e como os EUA se inclina em direcção a uma população de maioria hispânica, é hora de perguntar quem será o próximo nessa tradição emocionante. Escolhido por um distinto painel de seis juízes, Granta en español, elegeu as 22 estrelas literárias do futuro.
Andrés Barba – Spain, 1975
Oliverio Coelho – Argentina, 1977
Andrés Ressia Colino – Uruguay, 1977
Federico Falco – Argentina, 1977
Pablo Gutiérrez – Spain, 1978
Rodrigo Hasbún – Bolivia, 1981
Sònia Hernández – Spain, 1976
Carlos Labbé – Chile, 1977
Javier Montes – Spain, 1976
Elvira Navarro – Spain, 1978
Matías Néspolo – Argentina, 1975
Andrés Neuman – Argentina, 1977
Alberto Olmos – Spain, 1975
Pola Oloixarac – Argentina, 1977
Antonio Ortuño – Mexico, 1976
Patricio Pron – Argentina, 1975
Lucía Puenzo – Argentina, 1976
Santiago Roncagliolo – Peru, 1975
Andrés Felipe Solano – Colombia, 1977
Samanta Schweblin – Argentina, 1978
Carlos Yushimito – Peru, 1977
Alejandro Zambra – Chile, 1975
Andrés Barba – Spain, 1975
Oliverio Coelho – Argentina, 1977
Andrés Ressia Colino – Uruguay, 1977
Federico Falco – Argentina, 1977
Pablo Gutiérrez – Spain, 1978
Rodrigo Hasbún – Bolivia, 1981
Sònia Hernández – Spain, 1976
Carlos Labbé – Chile, 1977
Javier Montes – Spain, 1976
Elvira Navarro – Spain, 1978
Matías Néspolo – Argentina, 1975
Andrés Neuman – Argentina, 1977
Alberto Olmos – Spain, 1975
Pola Oloixarac – Argentina, 1977
Antonio Ortuño – Mexico, 1976
Patricio Pron – Argentina, 1975
Lucía Puenzo – Argentina, 1976
Santiago Roncagliolo – Peru, 1975
Andrés Felipe Solano – Colombia, 1977
Samanta Schweblin – Argentina, 1978
Carlos Yushimito – Peru, 1977
Alejandro Zambra – Chile, 1975
27/01/2011
Anthony Braxton
Anthony Braxton (pai da cantora Toni Braxton e do guitarrista Tyonday Braxton, fundador do grupo Battles).
CASSIBER
Man or Monkey - Cassiber (ReR)
Alfred Harth / Chris Cutler / Heiner Goebbels / Christoph Anders
recorded in Switzerland in 1982, Recommended Records (ReR), UK.
Alfred Harth / Chris Cutler / Heiner Goebbels / Christoph Anders
recorded in Switzerland in 1982, Recommended Records (ReR), UK.
CHRIS CUTLER + A23H+ FRED FRITH
Domestic Stories (ReR)
Chris Cutler / Lutz Glandien / A23H / Fred Frith / Dagmar Krause
recorded in Berlin in 1991, Recommended Records (ReR).
16/01/2011
09/01/2011
COURTNEY LOVE E O TWITTER
Realmente foi só uma questão de tempo antes de alguém processar Courtney Love pelos um seus infames divertidos no twitter. Qualquer um dos seguidores de Love, 90.000 twitter poderia atestar que Hole tem uma propensão para diatribes incompreensíveis online, no entanto, parece que um discurso, em particular, volta a assombrá-la.
Segundo o Hollywood Reporter Love está sendo processada por uma série de insultos que ela fez sobre a estilista Dawn Simorangkir em 2009.
Como a história se passa em Março de 2009 Simorangkir acusa de Love devido aos milhares de dólares em roupas não remuneradas, uma alegação que Love negou e levou para o Twitter para refutar.
O Hollywood Reporter afirma que em Março Love postou uma série de tweets abusivas e "anunciou que Simorangkir era uma prostituta de drogas empurrando-a com uma história de assalto e agressão, que perdeu a guarda do próprio filho e aproveitou a fama de Love antes de a roubar. Love supostamente observou:" Ela recebeu uma grande quantidade de dinheiro de mim mais de 40.000 dólares e eu não faço gente famosa a ficar " raped TOO! ".
Apesar de 2010 ser o ano de tiradas inadequadas, incluindo clássicos como Amy Winehouse, que disse Mark Ronson "Você está morto para mim" e MIA postou o número de telefone de um jornalista do New York Times, este é o primeiro caso de difamação de alto nível feito contra uma celebridade pelo o que disseram no twitter.
Love também foi vítima de discurso no twitter com o colaborador uma só vez / amante Billy Corgan iniciar uma guerra de insultos de 140 caracteres só no ano passado em que o vocalista dos Smashing Pumpkins espuma "se você não pode escrever as suas próprias canções, talvez você deve-se apenas ser feliz e deixe de enganar alguém para fazer o trabalho por você ... ".
Segundo o Hollywood Reporter Love está sendo processada por uma série de insultos que ela fez sobre a estilista Dawn Simorangkir em 2009.
Como a história se passa em Março de 2009 Simorangkir acusa de Love devido aos milhares de dólares em roupas não remuneradas, uma alegação que Love negou e levou para o Twitter para refutar.
O Hollywood Reporter afirma que em Março Love postou uma série de tweets abusivas e "anunciou que Simorangkir era uma prostituta de drogas empurrando-a com uma história de assalto e agressão, que perdeu a guarda do próprio filho e aproveitou a fama de Love antes de a roubar. Love supostamente observou:" Ela recebeu uma grande quantidade de dinheiro de mim mais de 40.000 dólares e eu não faço gente famosa a ficar " raped TOO! ".
Apesar de 2010 ser o ano de tiradas inadequadas, incluindo clássicos como Amy Winehouse, que disse Mark Ronson "Você está morto para mim" e MIA postou o número de telefone de um jornalista do New York Times, este é o primeiro caso de difamação de alto nível feito contra uma celebridade pelo o que disseram no twitter.
Love também foi vítima de discurso no twitter com o colaborador uma só vez / amante Billy Corgan iniciar uma guerra de insultos de 140 caracteres só no ano passado em que o vocalista dos Smashing Pumpkins espuma "se você não pode escrever as suas próprias canções, talvez você deve-se apenas ser feliz e deixe de enganar alguém para fazer o trabalho por você ... ".
TOM FINLAND
Uma retrospectiva varre toda a obra do artista, desde os esboços da juventude até aos trabalhos mais tardios. A exposição será inaugurada já no dia 16 e fica em Turku até 18 de Dezembro
Tom of Finland, aliás Touko Laaksonen (1920-1991), é o rapaz da terra em destaque no programa que Turku, uma das principais cidades finlandesas, tem na manga para o seu mandato como Capital Europeia da Cultura, que teve início já na segunda-feira. Natural de Kaarina, uma população vizinha de Turku, Tom of Finland volta agora a casa com uma retrospectiva que varre toda a obra do artista, desde os esboços da juventude até aos trabalhos mais tardios. A exposição será inaugurada já no dia 16 e fica em Turku até 18 de Dezembro, por cortesia da Tom of Finland Foundation, de Los Angeles, e da associação Homotopia, de Liverpool.
Mas há vida além de Tom of Finland (embora este esteja a ser, no "site" oficial da Capital Europeia da Cultura e na página do evento do Facebook, o acontecimento mais picante da Capital): festivais de teatro e dança, um extenso programa musical, e exposições dedicadas ao pintor sueco Carl Larsson (1853-1919), ao trabalho com a madeira do arquitecto Alvar Aalto, outro ícone incontornável da Finlândia que viveu em Turku entre 1927 e 1933, e à artista Eija-Liisa Ahtila, que reflecte sobre a sociedade contemporânea finlandesa na vídeo-instalação "Where is where?" (2008), sobre a guerra da Argélia. Também a relação com o espaço báltico, e nomeadamente com Tallin, a outra Capital Europeia da Cultura em 2011, ocupa um lugar central no programa de Turku. Ambas as cidades propõem, de resto, um equilíbrio entre a cultura local e eventos de projecção internacional, prolongando a lógica mais recente do projecto Capitais Europeias da Cultura.
Tom of Finland, aliás Touko Laaksonen (1920-1991), é o rapaz da terra em destaque no programa que Turku, uma das principais cidades finlandesas, tem na manga para o seu mandato como Capital Europeia da Cultura, que teve início já na segunda-feira. Natural de Kaarina, uma população vizinha de Turku, Tom of Finland volta agora a casa com uma retrospectiva que varre toda a obra do artista, desde os esboços da juventude até aos trabalhos mais tardios. A exposição será inaugurada já no dia 16 e fica em Turku até 18 de Dezembro, por cortesia da Tom of Finland Foundation, de Los Angeles, e da associação Homotopia, de Liverpool.
Mas há vida além de Tom of Finland (embora este esteja a ser, no "site" oficial da Capital Europeia da Cultura e na página do evento do Facebook, o acontecimento mais picante da Capital): festivais de teatro e dança, um extenso programa musical, e exposições dedicadas ao pintor sueco Carl Larsson (1853-1919), ao trabalho com a madeira do arquitecto Alvar Aalto, outro ícone incontornável da Finlândia que viveu em Turku entre 1927 e 1933, e à artista Eija-Liisa Ahtila, que reflecte sobre a sociedade contemporânea finlandesa na vídeo-instalação "Where is where?" (2008), sobre a guerra da Argélia. Também a relação com o espaço báltico, e nomeadamente com Tallin, a outra Capital Europeia da Cultura em 2011, ocupa um lugar central no programa de Turku. Ambas as cidades propõem, de resto, um equilíbrio entre a cultura local e eventos de projecção internacional, prolongando a lógica mais recente do projecto Capitais Europeias da Cultura.
OPRAH WINFREY
Oprah Winfrey ofereceu um New Beetle modelo 2012 a cada um dos 275 membros da plateia.
Durante seu show diário na TV americana, Oprah exibiu a silhueta do modelo, cuja produção começará no final de 2011 na fábrica mexicana de Puebla. A apresentadora é dona de um exemplar da actual geração e chegou à um acordo com a Volkswagen para não só exibir o “new” New Beetle no seu programa como doar aos participantes 275 as unidades do carro.
Tudo aconteceu no especial Oprah’s Favorite Things, no qual a apresentadora dá ao público os seus artigos preferidos. O modelo do automóvel que só será lançado no mercado norte-americano no fim do ano, apareceu apenas como uma silhueta no palco.
Cada pessoa presente na gravação recebeu a chave do seu futuro zero quilómetros a ser entregue em Maio de 2011. Na despedida do seu talk show já na 25.ª temporada, Winfrey, pelos vistos, quis transcender-se.
Durante seu show diário na TV americana, Oprah exibiu a silhueta do modelo, cuja produção começará no final de 2011 na fábrica mexicana de Puebla. A apresentadora é dona de um exemplar da actual geração e chegou à um acordo com a Volkswagen para não só exibir o “new” New Beetle no seu programa como doar aos participantes 275 as unidades do carro.
Tudo aconteceu no especial Oprah’s Favorite Things, no qual a apresentadora dá ao público os seus artigos preferidos. O modelo do automóvel que só será lançado no mercado norte-americano no fim do ano, apareceu apenas como uma silhueta no palco.
Cada pessoa presente na gravação recebeu a chave do seu futuro zero quilómetros a ser entregue em Maio de 2011. Na despedida do seu talk show já na 25.ª temporada, Winfrey, pelos vistos, quis transcender-se.
01/01/2011
PAUS
Grande promessa da música nacional....... faço votos que não fiquei só pela promessa... batam muito com os Paus!!!!.
Os membros dos Paus pertenciam a outras (boas) formações Quim Albergaria (ex-Vicious Five), Hélio Morais (Linda Martini, If Lucy Fell), Makoto Yagyu e João "Shela" (ambos dos If Lucy Fell e Riding Pânico) regressam assim ao estúdio depois de gravar o EP É Uma Água, editado este ano, vão entrar nas gravações do que será o seu o primeiro album, em 2011.
Os membros dos Paus pertenciam a outras (boas) formações Quim Albergaria (ex-Vicious Five), Hélio Morais (Linda Martini, If Lucy Fell), Makoto Yagyu e João "Shela" (ambos dos If Lucy Fell e Riding Pânico) regressam assim ao estúdio depois de gravar o EP É Uma Água, editado este ano, vão entrar nas gravações do que será o seu o primeiro album, em 2011.
CAMPER VAN BEETHOVEN + CRACKER
Camper Van Beethoven e Cracker estão tocando num curto prazo de datas na Costa Leste, como parte da sua Key Lime & Kerosene Tour, onde as duas bandas vão apresentar os seus álbuns (CVB's Key Lime Pie e Querosene Cracker's Hat) na sua totalidade. A turnée pára no Highline Ballroom a 14 de Janeiro, 2011.
David Lowery não pensa descansar este ano, está seguindo a turnée bem com o lançamento do seu primeiro álbum a solo, The Palace Guards, 1 de Fevereiro (429 Records). Depois de anos ajudando orientar a ecléticaas carreira das suas duas bandas, co-fundador e vocalista David Lowery achou por bem apresentar uma colecção de canções gravadas para além das entidades e ícones do indie rock alternativo.
David Lowery não pensa descansar este ano, está seguindo a turnée bem com o lançamento do seu primeiro álbum a solo, The Palace Guards, 1 de Fevereiro (429 Records). Depois de anos ajudando orientar a ecléticaas carreira das suas duas bandas, co-fundador e vocalista David Lowery achou por bem apresentar uma colecção de canções gravadas para além das entidades e ícones do indie rock alternativo.
Tali kahana
Nasceu em Haifa, Israel (1979).
Tali exerceu pintura e ilustração desde tenra idade.
Ao longo dos anos, esses meios se tornaram seus principais campos de interesse.
Ela possui um grau B.Arch.Ed da Academia Wizo, Haifa (Graduada em 2007).
Durante os seus estudos recebeu um prémio por realizações académicas, e começou a trabalhar num escritório de arquitectura, onde continuou a trabalhar durante 5 anos. Seu trabalho incluiu planeamento conceptual, design de interiores, projecto de planeamento urbano e planos directores em vários projectos.
Seu fundo de arquitectura combinada com suas habilidades artísticas, permite que tenha uma única observação do espaço, material, cor e forma.
Tali exerceu pintura e ilustração desde tenra idade.
Ao longo dos anos, esses meios se tornaram seus principais campos de interesse.
Ela possui um grau B.Arch.Ed da Academia Wizo, Haifa (Graduada em 2007).
Durante os seus estudos recebeu um prémio por realizações académicas, e começou a trabalhar num escritório de arquitectura, onde continuou a trabalhar durante 5 anos. Seu trabalho incluiu planeamento conceptual, design de interiores, projecto de planeamento urbano e planos directores em vários projectos.
Seu fundo de arquitectura combinada com suas habilidades artísticas, permite que tenha uma única observação do espaço, material, cor e forma.
THE EX
Se você nunca teve um momento em que sente a sua idade avançada está a ter um efeito preventivo para os seus objetivos, os sentimentos da juventude, apelo sexual, etc,.. então você provavelmente deve ter um minuto e contemplar banda punk holandesa The Ex.
Estes tipos estão comemorando 30 anos de carreira, mais de 120 discos, e ao contrário do pântano actual de bandas que celebram reuniões após 20 anos de separação, os EX não perderam o ritmo, ou um passeio, ou uma oportunidade de mudança.
Não só isso, ainda tem o "rick" deles. Então, se você sentir a velhice é uma causa para a apatia, pare de inventar desculpas, ou simplesmente deixe de ser velho.
Com isso dito, The Ex estão lançando o CD 123 a 25 de Janeiro. A versão é intitulada Catch My Shoe e será lançado pela banda através da sua marca EX Records. Este vai ser o seu primeiro disco com o vocalista Arnold de Boer do projeto do one man project Zea. Então, o que esperar dos The Ex, não espere nada. Mais oportunos e importante para as pessoas dos Estados Unidos, os The Ex estarão em turnê por algumas das grandes cidades a partir de Março, 03.08.11 - Chicago, IL - Lincoln Hall.
03.10.11 - New York, NY - Le Poisson Rouge
03.11.11 - Allston, MA - Brighton Music Hall
03.12.11 - Washington, DC - Black Cat
03.13.11 - Philadelphia, PA - First Unitarian Church
03.15.11 - Portland, OR - Doug Fir Lounge
03.16.11 - Seattle, WA - The Vera Project at Seattle Centre
03.17.11 - San Francisco, CA - Bottom of the Hill
03.18.11 - Los Angeles, CA - The Satellite
Estes tipos estão comemorando 30 anos de carreira, mais de 120 discos, e ao contrário do pântano actual de bandas que celebram reuniões após 20 anos de separação, os EX não perderam o ritmo, ou um passeio, ou uma oportunidade de mudança.
Não só isso, ainda tem o "rick" deles. Então, se você sentir a velhice é uma causa para a apatia, pare de inventar desculpas, ou simplesmente deixe de ser velho.
Com isso dito, The Ex estão lançando o CD 123 a 25 de Janeiro. A versão é intitulada Catch My Shoe e será lançado pela banda através da sua marca EX Records. Este vai ser o seu primeiro disco com o vocalista Arnold de Boer do projeto do one man project Zea. Então, o que esperar dos The Ex, não espere nada. Mais oportunos e importante para as pessoas dos Estados Unidos, os The Ex estarão em turnê por algumas das grandes cidades a partir de Março, 03.08.11 - Chicago, IL - Lincoln Hall.
03.10.11 - New York, NY - Le Poisson Rouge
03.11.11 - Allston, MA - Brighton Music Hall
03.12.11 - Washington, DC - Black Cat
03.13.11 - Philadelphia, PA - First Unitarian Church
03.15.11 - Portland, OR - Doug Fir Lounge
03.16.11 - Seattle, WA - The Vera Project at Seattle Centre
03.17.11 - San Francisco, CA - Bottom of the Hill
03.18.11 - Los Angeles, CA - The Satellite
Moe! Staiano
Moe! Staiano
Drums, looped percussion guitar, tape players with 20 and 30 secord loop cassettes.
Ele toca tão rápido que ele pode tocar uma guitarra com suas baquetas entre batendo nos seus tambores. E quando se cansa de fazer isso, pode tocar guitarra batendo com um bastão de metal onde tem a sua caixa de bateria de modo a vibrar contra ele, cuja outra extremidade está descansando na guitarra.E quando ele se cansa de fazer isto, levanta a guitarra fora do palco e arrasta-a ao redor do chão. E, em seguida, para obter a sujeira, ele enfia a coisa sob a escovas rotativas de uma máquina de polimento de sapatos de qualidade industrial, que cria um zumbido. Além disso, Moe! Staiano tem dado o melhor uso aos vibradores, em vez de os usar sobre as mulheres, os vibradores bala em forma de ovo (tem vários ajustes de velocidade) para "animar" o " tipo" da sua bateria quando esta muito ocupado a "tocar" com outras coisas. E, para um final, ele desenrola um rolo grande de porte industrial plástico em torno de vários membros do público.
American dada drummer/percussionist bate ou quebra em pedaços sobre qualquer coisa que possa obter nas suas mãos, e de alguma forma faz uma declaração musical fora dela. Ele é também o compositor e maestro do Moe! Kestra!, que executa peças que Staiano tem escrito. Moe! Staiano também foi um ex-membro dos Sleepytime Gorilla, Vacuum Tree Head e Mute Socialite, tem trabalhado com vários grupos de dança, incluindo Theater of Yugen e inkBoat. O seu projecto de estúdio actual é chamado, Surplus 1980.
Zs / Arrington de Dionyso / Moe! Staiano / Rats
The Smell; Los Angeles
[10-21-2010]
Drums, looped percussion guitar, tape players with 20 and 30 secord loop cassettes.
Ele toca tão rápido que ele pode tocar uma guitarra com suas baquetas entre batendo nos seus tambores. E quando se cansa de fazer isso, pode tocar guitarra batendo com um bastão de metal onde tem a sua caixa de bateria de modo a vibrar contra ele, cuja outra extremidade está descansando na guitarra.E quando ele se cansa de fazer isto, levanta a guitarra fora do palco e arrasta-a ao redor do chão. E, em seguida, para obter a sujeira, ele enfia a coisa sob a escovas rotativas de uma máquina de polimento de sapatos de qualidade industrial, que cria um zumbido. Além disso, Moe! Staiano tem dado o melhor uso aos vibradores, em vez de os usar sobre as mulheres, os vibradores bala em forma de ovo (tem vários ajustes de velocidade) para "animar" o " tipo" da sua bateria quando esta muito ocupado a "tocar" com outras coisas. E, para um final, ele desenrola um rolo grande de porte industrial plástico em torno de vários membros do público.
American dada drummer/percussionist bate ou quebra em pedaços sobre qualquer coisa que possa obter nas suas mãos, e de alguma forma faz uma declaração musical fora dela. Ele é também o compositor e maestro do Moe! Kestra!, que executa peças que Staiano tem escrito. Moe! Staiano também foi um ex-membro dos Sleepytime Gorilla, Vacuum Tree Head e Mute Socialite, tem trabalhado com vários grupos de dança, incluindo Theater of Yugen e inkBoat. O seu projecto de estúdio actual é chamado, Surplus 1980.
Zs / Arrington de Dionyso / Moe! Staiano / Rats
The Smell; Los Angeles
[10-21-2010]
A primeira noticia triste do ano 20111
SAD NEW YEAR 2011
Hoje o JORNAL I, revelou e as televisões ampliaram o eco...
O terceiro quadro comunitário de apoio (QCA III), que gerou para Portugal recursos líquidos de 50 mil milhões de euros, está a ser investigado pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP). O inquérito resulta de uma participação da Associação Nacional das Pequenas e Médias Empresas (ANPME), que pediu ao procurador-geral da República que mande reapreciar a auditoria do Tribunal de Contas ao QCA III - na sequência de um duro relatório de auditoria do Tribunal de Contas.
A procuradoria-geral, por seu lado, enviou a participação para o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP), dirigido por Maria José Morgado.
Fernando Augusto Morais, presidente da ANPME, confirma que a participação foi entregue no Verão e explica: "O QCA III tem de ser investigado. Até porque são as mesmas entidades que geram agora o Quadro de Referência Nacional (QREN)."
O QCA III esteve em vigor seis anos, entre 1 de Janeiro de 2000 e 31 de Dezembro de 2006, e os seus objectivos estratégicos consistiam principalmente no aumento da produtividade de várias regiões portuguesas, bem como na redução da taxa de abandono escolar na Madeira e na erradicação da pobreza na região das Beiras.
SERÁ QUE MAIS UMA VEZ NÃO VAI HAVER RESPONSAVEIS/CULPADOS ?????
Hoje o JORNAL I, revelou e as televisões ampliaram o eco...
O terceiro quadro comunitário de apoio (QCA III), que gerou para Portugal recursos líquidos de 50 mil milhões de euros, está a ser investigado pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP). O inquérito resulta de uma participação da Associação Nacional das Pequenas e Médias Empresas (ANPME), que pediu ao procurador-geral da República que mande reapreciar a auditoria do Tribunal de Contas ao QCA III - na sequência de um duro relatório de auditoria do Tribunal de Contas.
A procuradoria-geral, por seu lado, enviou a participação para o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP), dirigido por Maria José Morgado.
Fernando Augusto Morais, presidente da ANPME, confirma que a participação foi entregue no Verão e explica: "O QCA III tem de ser investigado. Até porque são as mesmas entidades que geram agora o Quadro de Referência Nacional (QREN)."
O QCA III esteve em vigor seis anos, entre 1 de Janeiro de 2000 e 31 de Dezembro de 2006, e os seus objectivos estratégicos consistiam principalmente no aumento da produtividade de várias regiões portuguesas, bem como na redução da taxa de abandono escolar na Madeira e na erradicação da pobreza na região das Beiras.
SERÁ QUE MAIS UMA VEZ NÃO VAI HAVER RESPONSAVEIS/CULPADOS ?????
Joshua Raoul Brody + The Stupeds
Joshua Raoul Brody (teclados, óculos de sol, comentários seco) - lunático, director musical de quase todos os(e muitos mainstream) eventos teatrais na cidade: BATS Improv, True Fiction Magazine, Fratelli Bologna, Ian Shoales, Comedy Celebration Day, Ethel Merman Memorial Choir, etc. membro dos emeritus Those Darn Accordions! e Club Foot Orchestra. Também compositor para cinema, vídeo, multimédia, teatro e ópera, e escritor freelance.
Por um breve período no início dos anos 80, a comédia musical The Rick & Ruby Show foi quase famosa: a abertura para Bill Cosby, aparecendo em Merv Griffin, Mike Douglas e Midnight Special, e assinou com a poderosa agência ICM. O terceiro membro da dupla, o teclista Joshua Raoul Brody, sentiu a necessidade de flexionar os seus músculos criativos e montar um evento de um só vez, uma paródia então nascente apelidado de BAMMIES dubbed the Bay Area Dreck awards, or The BADDIES.
Ele apresentou alguns das melhores comédias lunáticas de São Francisco recebendo uma oportunidade de realizar material, normalmente ordinário e não o que eles gostavam: Maestro Dick Bright cantava o pior instrumental do mundo, "Music to Watch Girls By"; Little Roger Clark (of "Stairway to Gilligan's Island" fame) abrangeu o hino pederasta "Girl, You'll Be A Woman, Soon"; e ex-Hot Lick Naomi Ruth Eisenberg fez a justiça vocal e visual "Tan Shoes and Pink Shoelaces". Embora o show foi amplamente ignorado pelo público em geral, os quinze clientes que não pagaram e apareceram naquela noite (incluindo Robin Williams, o Monty Python Eric Idle, e LA's Comedy Store Players) parecia um bom tempo, assim que Raoul, Rick e Ruby desenvolveram a The Society To Undertake the Preservation of Endangered Dumb Songs, como uma versão compacta da turnê do show. TheSTUPEDS finalmente atraiu a atenção dos produtores Mork e Mindy, que os convidou a participar do programa como convidados em 1981 - talvez o facto de que o filho do produtor estar sentado na bateria tinha algo a ver com isso.
Desde então, Raoul e The STUPEDS passaram mais de quinhentas canções e músicos, apresentaram o Dumb Songs Festivals, em clubes e salas de concerto por toda a Bay Area, Los Angeles, e na festa da Atlantic Records "40 º aniversário em Nova York. Em todos os lugares eles inspiram o seu público para levantar coros e vaias das canções que eles amam e odeiam: "Honey (I Miss You)", "Ballad of the Green Berets", "Ringo", , the Diabetes Medley (cada música com as palavras "açúcar", "doce", "pirulito" ou "insulina" no título), os catálogos completos de Paul McCartney e o mais lendário dos filhos de celebridades, Nancy Sinatra.
Em 1990, The STUPEDS fez sua estréia no cinema de Hollywood no monomillion-dolar sci-fi paródia Martians Go Home, o que levou Joe Bob Briggs pa cantar os seus louvores em três colunas diferentes e Gene do Today Show da Shalit para executar um clip de sua minuto e meio, o resto do filme não foi tão bom.
Em 1990 eles foram selecionados para ser a atracão principal, convidado surpresa na passagem de ano dos The Residents' New Year's Eve show.
A banda também foi mencionado de passagem no livro de Dave Barry's sobre as piores músicas já gravadas.
Em todos os lugares que eles tocam, deixam a multidão gritando "Menos! Menos! Menos!" Quem poderia pedir qualquer coisa - bem, mais ou menos?
Joshua Raoul Brody (keyboards, sunglasses, dry commentary)
Rick Right (flamingo guitar, frighteningly accurate vocals)
Jeffrey Kane (lead guitar, hot moves, merely frightening vocals)
Dave Jess (bass guitar) - '60s throwback.
Eric "Cymbal-Head" Grothkopp (drums) -
Por um breve período no início dos anos 80, a comédia musical The Rick & Ruby Show foi quase famosa: a abertura para Bill Cosby, aparecendo em Merv Griffin, Mike Douglas e Midnight Special, e assinou com a poderosa agência ICM. O terceiro membro da dupla, o teclista Joshua Raoul Brody, sentiu a necessidade de flexionar os seus músculos criativos e montar um evento de um só vez, uma paródia então nascente apelidado de BAMMIES dubbed the Bay Area Dreck awards, or The BADDIES.
Ele apresentou alguns das melhores comédias lunáticas de São Francisco recebendo uma oportunidade de realizar material, normalmente ordinário e não o que eles gostavam: Maestro Dick Bright cantava o pior instrumental do mundo, "Music to Watch Girls By"; Little Roger Clark (of "Stairway to Gilligan's Island" fame) abrangeu o hino pederasta "Girl, You'll Be A Woman, Soon"; e ex-Hot Lick Naomi Ruth Eisenberg fez a justiça vocal e visual "Tan Shoes and Pink Shoelaces". Embora o show foi amplamente ignorado pelo público em geral, os quinze clientes que não pagaram e apareceram naquela noite (incluindo Robin Williams, o Monty Python Eric Idle, e LA's Comedy Store Players) parecia um bom tempo, assim que Raoul, Rick e Ruby desenvolveram a The Society To Undertake the Preservation of Endangered Dumb Songs, como uma versão compacta da turnê do show. TheSTUPEDS finalmente atraiu a atenção dos produtores Mork e Mindy, que os convidou a participar do programa como convidados em 1981 - talvez o facto de que o filho do produtor estar sentado na bateria tinha algo a ver com isso.
Desde então, Raoul e The STUPEDS passaram mais de quinhentas canções e músicos, apresentaram o Dumb Songs Festivals, em clubes e salas de concerto por toda a Bay Area, Los Angeles, e na festa da Atlantic Records "40 º aniversário em Nova York. Em todos os lugares eles inspiram o seu público para levantar coros e vaias das canções que eles amam e odeiam: "Honey (I Miss You)", "Ballad of the Green Berets", "Ringo", , the Diabetes Medley (cada música com as palavras "açúcar", "doce", "pirulito" ou "insulina" no título), os catálogos completos de Paul McCartney e o mais lendário dos filhos de celebridades, Nancy Sinatra.
Em 1990, The STUPEDS fez sua estréia no cinema de Hollywood no monomillion-dolar sci-fi paródia Martians Go Home, o que levou Joe Bob Briggs pa cantar os seus louvores em três colunas diferentes e Gene do Today Show da Shalit para executar um clip de sua minuto e meio, o resto do filme não foi tão bom.
Em 1990 eles foram selecionados para ser a atracão principal, convidado surpresa na passagem de ano dos The Residents' New Year's Eve show.
A banda também foi mencionado de passagem no livro de Dave Barry's sobre as piores músicas já gravadas.
Em todos os lugares que eles tocam, deixam a multidão gritando "Menos! Menos! Menos!" Quem poderia pedir qualquer coisa - bem, mais ou menos?
Joshua Raoul Brody (keyboards, sunglasses, dry commentary)
Rick Right (flamingo guitar, frighteningly accurate vocals)
Jeffrey Kane (lead guitar, hot moves, merely frightening vocals)
Dave Jess (bass guitar) - '60s throwback.
Eric "Cymbal-Head" Grothkopp (drums) -
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