17/09/2011

CHUCK E. WEISS

Chuck E. Weiss Extremely Cool, 1999, Ryko/Rhino

Chuck E. Weiss nasceu em Chicago, cresceu em Denver. Em adolescente, sentou-se na bateria num club em Denver com Lightnin 'Hopkins. No final dos anos 60, Chuck E. Weiss foi em tourné com Hopkins, depois com Willie Dixon, Muddy Waters, Dr. John (Mac Rebennack), Roger Miller entre outros.

Finais de 1979, Chuck E. Weiss, forma a banda chamada: "Chuck E. Weiss and the goddamn liars" - e os malditos mentirosos . Eles só tocavam no distrito de Los Angeles (na antiga "Central", agora "Viper Room" e no "Highland Grounds"- Weiss também não estava construindo a sua reputação fora LA, porque quase nunca viajou devido a um medo de voar.

Rickie Lee Jones conhece na década de 80- Tom Waits: casado, artisticamente em desenvolvimento, viajando pelo mundo. E. Weiss: permanecia em Los Angeles, tocando em clubes mesmo depois da noite ... Weiss tinha um show nocturno regular, no popular, Central em Hollywood. Tocou lá por 11 anos antes do hit foram tempos difíceis. Ele estava prestes a fechar quando Chuck chamou o seu amigo, o actor Johnny Depp .

O novo clube de Weiss e Depp do antigo Central na Sunset Boulevard tornou-se o trendy Viper Room. Rapidamente se tornou o favorito, onde juventude e bonita de Hollywood poderia se misturar entre alguns elementos seedier rock ´n roll da cidade cidade. O Viper Room tornou-se num enorme sucesso, mesmo enfrentando a tragédia do actor River Phoenix que morreu fora do clube em 1993.

Em 1981, o primeiro álbum de Chuck E. Weiss foi lançado chamado: "The Other Side Of Town" (Select Records, re-lançado em 2007). Foi apenas uma fita demo lançada contra a vontade de Weiss, e foi retirado do mercado pouco depois. O álbum apresenta um dueto com Ricki Lee Jones (Sidekick), Dr. John toca teclados.

Chuck escreveu músicas para vários filmes e projectos de televisão, incluindo "The Brave", estrelado por Johnny Depp e Marlon Brando, o culto flick "Dabeateo", the Judge Reinhold, Willem Dafoe canta "Roadhouse", bem como o tema para Showtime "Rude Awakening". Mas finalmente interveio Waits. Em 1998 ele conseguiu ir para estúdio e concordou em co-produzir e cantar no seu álbum,'Extremely Cool'.


Tom Waits ( em 2002):.. "... conheci o meu amigo Chuck E. Weiss em 1974, ele é um mensch, um mentiroso, um macaco, um Vaudevillian patológico. Ele é um parente distante de Houdini, um louva-deus cavalgando como uma garça por um bairro ruim. Ele é um reverendo acenando com uma pistola ao redor. Basicamente, ele está no negócio do salvamento e você deve fazer tudo o que ele vos disser ".

Demorou 18 anos para dar a volta a fazer outro disco.
Chuck E. Weiss (1999): "... Bem, você poderia dizer que eu me distraí. Se você realmente quer saber, eu só não gostava de me associar com o que estava acontecendo na indústria fonográfica naqueles dias.. Ao longo dos anos, eu tive um monte de gente a fazer algumas sugestões muito estranhas para mim, e eu não gostei. Havia sempre algum tipo de captura. 'O que você vê é o que você ganha "é o que eu sempre pensei que era, e ao longo dos anos sempre alguém quuis fazer algo que não estava de acordo com meus próprios princípios.
Uma vez um queria que eu fizesse um dueto com Sandra Bernhard. Depois, houve um cara que queria que eu fosse um dos Blues Brothers. Você não me conhece, mas nem uma dessas coisas é o que eu quero fazer. Ao longo dos anos não parecia aquele clique, e nada realmente aconteceu. O meu amigo Tom Waits foi sempre tentou conseguir para eu ir para estúdio. Imaginei que, quando o tempo certo chegasse eu estaria com uma editora ... Quando eu estava crescendo, ouvia alguma coisa na rádio, e gostava da música, e não se importava com quem o artista se parecia. Agora é mais visual . Talvez eu não gostasse aderir à parte visual " .

CHARLES MINGUS

Charles Mingus Mingus Ah Um, 1959

Už Jsme Doma

Uz jsme Doma, são uma banda de rock progressivo de Praga, República Checa, originalmente formado em Teplice cidade fronteiriça em 1985. Complexo som do grupo, longevidade, tournés e o diverso envolvimento artistico fora dos média ganharam-lhes um número de seguidores. The Prague Post chamou-lhes um dos " dois bastiões na cena alternativa da República Checa cena alternativa ".

Embora, de acordo com o seu livro pop-up 11, têm "recebido todos os tipos de rótulos, como punk intelectual, musica Africana, punk orquestral, punk funk, ska, inspiração por Zappa, Uriah Heep, cantos gregorianos, e muitos outros". Muitos acusam a música da banda de ser caótica, quando na realidade está organizada e estruturada de forma semelhante à composição clássica. Citam como influências musicais The Damned, Ebba Grön, Pere Ubu, Uriah Heep, Omega, o movimento R.I.O, e Rolling Stones. Os críticos também comparam a banda aos Fugazi e a Men at Work.

A banda tem, até à data, lançou sete álbuns de estúdio, dois álbuns ao vivo, um best-of e um DVD contendo imagens ao vivo e um documentário sobre a história da banda, que discute a sua importância artística e narra as dezenas de mudanças na formação na sua longa carreira.

Além das funções tradicionais, como a banda, assumiram uma grande variedade de projectos fora da performance musical simples, trabalharam para teatro, cinema e arte. O nome da banda traduz literalmente, "estamos em casa agora ", mas idiomaticamente significa " bem, lá vai você", em conversa Checa.

SCHWUMP

Schwump – Kick In The Butt, Not On Label (Schwump)

22/07/2011

Oda Jaune

Oda Jaune, Sem Título, 2008: não é só a aparência externa que conta.

Na era do pós-colonialismo, a assimilação entre as diferentes culturas não seria um dos frutos da globalização? Ao explorar os recursos naturais do planeta, não estaríamos devorando a Terra? Em tempos de crise econômica, qual o destino da nossa sociedade de consumo?

Com o retorno de conceitos tradicionais de maternidade no pós-feminismo, não seria necessário tomar consciência de que o primeiro canibal é a própria criança no seio de sua mãe? E, em tempos de sociedade digital e virtualização, como o ser humano se relaciona com o Outro e com seu corpo feito de carne e osso?


Em artigo publicado em 1993 no jornal La Repubblica, o antropólogo francês Claude Lévi-Strauss (1908-2009) lançou a tese que deu origem ao título da exposição: "Nós somos todos canibais. A forma mais fácil de se identificar com o Outro ainda é comê-lo".

10/07/2011

CITAÇÕES

"Quando as pessoas me olham, lembram-me a assistência de uma partida de ténis - só que as cabeças das pessoas movem-se de cima para baixo."

17/06/2011

PIRATARIA - ficheiros de música para caçar piratas na Net

Autoridades portuguesas admitem usar ficheiros de música para caçar piratas na Net
A Inspeção-Geral de Atividades Culturais (IGAC) e a Associação Fonográfica Portuguesa (AFP) assinaram um protocolo que permite a disseminação de ficheiros de música com o objetivo de facilitar a deteção de pirataria na Net.


No final de 2010, a IGAC e a AFP anunciaram um acordo que visava a aumentar a eficácia do combate à pirataria nos Sites de Partilha de Ficheiros (P2P) em Portugal. Um comunicado do Ministério da Cultura revelou , na altura, que o protocolo previa o recurso a software para a deteção de pirataria, mas não referia o uso de ficheiros de música pelos investigadores da IGAC quando se registam nos P2P com o objetivo de detetar casos de partilha de música pirata.

André Rosa, fundador do Partido Pirata Português (PPP), insurge-se contra a distribuição de músicas nos sites P2P pelas autoridades: "A partir do momento em que a IGAC coloca ficheiros de música nesses sites, como é que pode dizer que outros internautas fizeram ou não o download ilegal dessas músicas?".

Na origem da polémica está a alínea b da cláusula quarta do protocolo assinado pela AFP e a IGAC .

Inquirido pela Exame Informática, o responsável do PPP admite que nunca deparou com um honeypot (nome dado na gíria à colocação de ficheiros para atrair ou facilitar a identificação de internautas) nos P2P. "Não posso dizer que alguma vez vi um honeypot, porque é quase impossível distinguir se um ficheiro está a ser distribuído como honeypot ou não", acrescenta.

A braços com a recolha de assinaturas para a constituição de um partido que defenda a livre partilha de ficheiros e a privacidade dos internautas, o PPP alega que o protocolo foi mantido em segredo e que só depois de apresentar queixa à Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA) conseguiu aceder ao documento.

"Para já estamos a analisar juridicamente o que se pode fazer com este caso", refere André Rosa.

Eduardo Simões, diretor-geral da AFP, confirma que o protocolo contempla o uso de músicas por parte das autoridades que investigam os P2P, mas nega que estes ficheiros sejam usados como isco de internautas que descarregam pirataria: "Estes ficheiros de música apenas são usados para chegar a velocidades de download maiores dentro dos P2P. Não é só em Portugal que se faz isto - estes métodos são usados em muitos outros países. No caso da AFP, só enveredámos pelo uso de música nos P2P, depois de garantir que não havia qualquer impedimento do ponto de vista jurídico".

Em 2006, a AFP usou um método idêntico para fazer uma ronda por P2P. Dessa investigação realizada por "conta própria", resultaram 38 queixas de pirataria na justiça portuguesa.

Eduardo Simões lembra que "ao contrário de quase todos os outros utilizadores dos P2P, a AFP era única que tinha autorização dos criadores, produtores e editores para distribuir as músicas naqueles sites. Apesar de recorrermos a esse método, nunca usámos como prova o download das músicas que nós disponibilizámos".

O responsável da AFP nega qualquer ilegalidade no uso de ficheiros de música durante as investigações efetuadas aos P2P: "Nas 38 queixas que apresentámos em 2006, estes métodos foram descritos detalhadamente. O que não impediu o Ministério Público de aceitar estas provas no único caso em que houve uma pessoa condenada por pirataria na Net".

Apesar de defender que o combate à pirataria na Net só se tornará eficaz com a mudança das atuais leis, Eduardo Simões rejeita qualquer conflito moral na disseminação de músicas pelos investigadores que têm por missão caçar piratas na Net: "Moralmente questionável é a violação massiva dos direitos de autor na Net".

30/05/2011

COURTNEY LOVE

Courtney revelou numa entrevista á americana GO, uma característica até então desconhecida do seu ex-marido Kurt Cobain. Segundo ela, o líder do Nirvana era " bem dotado pra c***". Mas o tamanho interessa, haverá um tamanho padrão. Ou dependerá da geografia. Ou será da raça?.

Dizem que em África estarão os maiores, na Ásia os mais pequenos e a Europa fará a média.

Mais vale um pequeno brincalhão do que um grande bobalhão... será!!!!. Na hora da entrega, a excitação percorre todo o corpo e nós podemos dispor de muito mais do que um pénis e uma vagina para ser feliz.....na hora da relação sexual, o que faz a diferença é a capacidade de se abrir para dar e receber prazer.

A declaração foi dada depois que o jornalista perguntou se Brad Pitt poderia fazer o papel de Cobain no cinema. Courtney respondeu: "Kurt tinha mais presença e beleza que Brad Pitt. Ele era um líder, era forte, na realidade era bem dotado pra c***, se você quiser saber."

Na mesma entrevista, a vocalista do Hole também confirmou um velho boato de que Cobain havia sido convidado para actuar no filme Pulp Fiction, de Quentin Tarantino: "Você já se perguntou porque ele agradeceu o Quentin na capa do [álbum] In Utero? O Quentin tinha pedido para ele fazer o papel que depois foi do Eric Stoltz [em Pulp Fiction]."

Neil Strauss, é um dos mais famosos jornalistas de rock do mundo, escreve para a Rolling Stone e The New York Times, cobriu o suicídio de Kurt Cobain e já ganhou prémios com um perfil de Eric Clapton.

Também é o autor do best-seller, The Game: Penetrating the Secret Society of Pickup Artists, e tem um novo livro, Everyone Loves You When You"re Dead - Journeys into Fame and Madness,2011.

Courtney Love mostrou as cinzas de Kurt Cobain ao escritor Neil Strauss durante uma entrevista e chegou mesmo a confessar que gostaria de snifá-las com cocaína, à semelhança daquilo que o guitarrista dos Rolling Stones, Keith Richards, chegou a confessar ter feito com as cinzas do pai (depois acabou por desmentir).

SEMENTE


Se não houver frutas

Valeu a beleza das flores

Se não houver flores

Valeu a sombra das folhas

Se não houver folhas

Valeu a intenção da semente.

E da história toda houveram flutos, flores, folhas, após a boa intenção da semente...

25/05/2011

GEORGE ORWELL

"Quando se diz que um escritor está na moda, isso quer dizer que ele é admirado por menores de trinta anos."
(George Orwell)

Nick Nicely

Nick Nicely Psychotropia, Em 1982 o single Nick Nicely "Hilly Fields (1892)" é reverenciada por alguns colecionadores e aficionados como um culto, dos maiores de sempre de discos de rock retro-psicodélico, já lançados depois de 1980. Como muitos itens de culto como este, pode não viver até sua campanha publicitária para alguns ouvintes, mas o fez suportar fortes influências de Syd Barrett, Beatles, e diversas vertentes do final dos anos 60 da British psychedelia. O etéreo nebuloso das texturas sonoras e os tom de "lost-soul"à deriva das canções foram outras fortes ligações com a idade de ouro da psicadelia britânica, embora houvesse apetrechos modernos para a produção e instrumentos eletrônicos das faixas pós-datadas da década de 1960. "Hilly Fields (1892)" em si, por exemplo, tem sintetizador e percussão electrónica, cellos, bem como ruídos que antecipam o scratching. Submerso em teclado assombrado, melodias agridoces downbeat, difíceis de identificar golpes electrónicos, vozes faladas, abafado cantar indistinto e confuso, e guitarra distorcida, muito do seu material mergulha fundo no espírito da psicadelia britânica vintage.

Por razões que são tão obscuras quanto a sua música, no entanto, só conseguiu lançar alguns singles no início de 1980. Ele fez um monte de gravações desligando a seguir, porém, as 18 faixas que abrangem 1978-2004 (incluindo todos os singles) encontraram lançamento em CD na compilação de 2004 Psychotropia.

LUIS ARMASTRONDO - PUB RIBEIRA

Passei no Luis umas tardes e noites inesquecíveis--- quem não se lembra de querer beber um a cerveja e não haver copos???
Era acabar de beber e partir o copo.... atirando-o para o chão .. ou outro sitio.

O Luís Armastrondo ficou conhecido com este nome em 1988. O bar localizado no Porto, perto do Douro, nasceu um ano antes, tendo como mentores Manuel Sousa e João Faiões, que devido à sua paixão pela música moderna portuguesa criaram o primeiro espaço a ter concertos semanais.

O bar tornou-se conhecido devido à realização do concurso de bandas luso-galaico e do festival nacional de música rock.

Por esta importante sala passaram nomes como Mão Morta, Repórter Estrábico, Essa Entente, Sitiados, Entes Queridos, Seres, Zem, Melleril de Nembutal, Bramassaji, Terra Mar, Linha Geral, Emílio e a Tribo do Rum, João Phalo & the Box, SPQR, Ocaso Épico, Easy Gents, D' Age, Requiem Pelos Vivos, Ella Sing, Linha Geral, General Inverno.

No natal de 1990 a tragédia aconteceu. Uma enxurrada desmoronou o morro, situado na traseira, sobre o edifício e engoliu o Luís Armastrondo.

Os Ultimo Reduto foram a banda que pela última vez pisou este palco. Precisamente dois dias antes deste triste acontecimento

Lisboa tinha o RRV, o Porto o Luís Armastrondo, duas salas de passagem obrigatória para as bandas da altura.

The Ballad of Genesis and Lady Jaye

INDIE LISBOA 2011

O filme The Ballad of Genesis and Lady Jaye, documentário de Marie Loisier sobre a estranha história de amor de Genesis P-Orridge (dos Throbbing Gristle e Psychic TV) e da sua Lady Jaye, foi o vencedor do Grande Prémio "Cidade de Lisboa", na oitava edição do IndieLisboa.

O festival de cinema independente lisboeta manteve este ano a atenção especial à música e pela secção "IndieMusic" passaram ainda documentários sobre Neil Young, Lemmy, John Lennon, Phil Spector, Broken Social Scene, Dead Combo, Diabo na Cruz, DJ Ride, Linda Martini, Pop Dell'Arte e Terrakota.

THEY´RE NUDE THEY´RE GAMING

16/05/2011

ANDY WARHOL

Uma casa em Manhattan, Nova Iorque, onde o artista Andy Warhol viveu durante 14 anos, foi hoje posta à venda por 4,3 milhões de dólares (três milhões de euros), informou a edição digital da revista New York Magazine.

Warhol (1928-1987), icónico mentor do movimento Pop Art, mudou-se nos anos 1960 com a mãe para a referida casa, dotada de quatro andares, quatro quartos e três casas de banho.

O artista criou no local algumas das suas mais famosas pintoras, nomeadamente as referentes às sopas Campbell's, um dos seus trabalhos mais conhecidos a nível mundial.

Segundo a New York Magazine, citada pela agência EFE, Warhol pagou pela casa do século XIX cerca de 60 mil dólares (41,2 mil euros). Atualmente, a residência absorve por ano, só em impostos, mais de 20 mil dólares (13,7 mil euros).


Um autorretrato do norte-americano Andy Warhol (1928-1987) foi vendido por 38,4 milhões de dólares (cerca de 27 milhões de euros) pela Christie's, em Nova Iorque.

O valor alcançado é o mais elevado de sempre alcançado por um autorretrato do artista pop em leilão, segundo a leiloeira.

Esta obra, criada em 1964 sobre fotografias com diferentes tons de azul, e tido como o primeiro a ser realizado pelo "pai da pop art", foi também a mais cara vendida no leilão em Nova Iorque.

Um outro autorretrato do mesmo artista foi vendido por 27,5 milhões de dólares (19,4 milhões de euros) e uma tela do artista expressionista Mark Rothko (1903-1970) atingiu 33,6 milhões de dólares (23,7 milhões de euros).

O autorretrato de Warhol "é um dos trabalhos mais icónicos do artista", comentou o responsável da Christie's para a arte pós guerra e contemporânea, Koji Inoue.

A obra de Rothko que alcançou um valor mais elevado chama-se "Untitled No. 17", e foi criada em 1961.

BRIAN WILSON

Esta é a noticia do mês ou do ano.......Brian Wilson declarou que considera uma reunião com os ex-integrantes ainda vivos dos Beach Boys - Al Jardine, Mike Love e Bruce Johnston - para celebrar o aniversário de 50 anos do nascimento da banda. As informação foi divulgada pelo site NME.

Wilson, que na semana passada afirmou que pretende parar de se apresentar em 2012, contou à BBC 6 Music que está pensando em tocar com sua antiga banda pela primeira vez em 20 anos.

Uma Jukebox do início do século XX

Com um dos mais impressionantes acervos literários do mundo, a Biblioteca do Congresso Americano agora amplia os seus serviços on-line.

No total são mais de 10.000 ficheiros de áudio do começo do século XX, a maioria feita pela Victor Talking Machine Company, entre 1901 e 1925, entre os quais música, discursos, poesia e humor, estão disponíveis, de forma gratuita, através do site National Jukebox .

Os conteúdos do Jukebox, que conta com a parceria da Sony Music Entertainment, deverão crescer nos próximos tempos, de forma regular, à medida que forem sendo adicionados mais gravações de editoras como a Victor, a Columbia ou a OKeh

MU

Mu “Mu”, 1971, Pop Rock, Progressive, Psychedelic, RnB.

O som de Mu é uma mistura de todo o rock psicadélico e rhythm and blues. Os ritmos mostra a influência em Captain Beefheart, mas Mu é um caso mais radio-friendly, que a Magic Band. As músicas são em grande parte instrumental e semi-suites progressivas. Mu benefícios a partir desta, a rara, até mesmo mistura de experimental com songcraft consoante. Ala o reino do hipnótico.

Jeff Cotton, juntamente com Randy Wimmer, deixaram os Mu em 1975 para estudarem o Christian Ministry. Merrell Fankhauser, o homem por trás de uma série de álbuns como Fapardokly e HMS Bounty’s Things, cresceu cada vez mais fascinado com o continente perdido dos Mu, grava mais discos baseados no tema Mu e continuou a tocar música nas ilhas havaianas.

04/02/2011

GOOGLE ART PROJECT

Nova ferramenta do Google permite viagem pelos museus do mundo

A Google revelou mais uma novidade. A partir de agora é possível, através do Art Project (http://googleartproject.com/) visualizar 17 dos museus de arte mais importantes do mundo sem sair de casa ou mesmo da cadeira.

A nova ferramenta da Google permite a qualquer utilizador descobrir e visualizar virtualmente mais de mil obras de arte em alta resolução e 17 delas com super resolução.

A visita aos 17 museus de 11 cidades espalhadas por 9 países permite ainda conhecer a história de cada autor, obra ou museu, ‘passear’ pelas galerias e seleccionar as obras de arte que mais lhe interessam.

O painel de informação permite aos utilizadores acederem ainda a mais detalhes sobre a obra de arte, encontrarem outros trabalhos do mesmo artista ou visualizarem vídeos relacionados no YouTube.

Museus participantes:
Altes Nationalgalerie, Berlim, Alemanha
Frick collection, Nova Iorque, Estados Unidos
Galeria degli Uffizi, Florença, Itália
Freer Gallery - Smithsonian, Washington, Estados Unidos
Galería Tretyakov, São Petersburgo, Rússia
Gemäldegalerie, Berlim, Alemanha
MoMA, Museum of Modern Art, Nova Iorque, Estados Unidos
Museu Hermitage, São Petersburgo, Rússia
Museu Kampa, Praga, República Checa
Museu Rainha Sofia, Madrid, Espanha
Museu Thyssen-Bornemisza, Madrid, Espanha
Museu Van Gogh, Ámesterdão, Holanda
National Gallery, Londres, Reino Unido
Palacio de Versalhes, França
Rijksmuseum, Amesterdão, Holanda
Tate Britain, Londres, Reino Unido
Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque, Estados Unidos

01/02/2011

ARTE OFICIO

Os Roxigénio iniciam as suas actividades em 1980, tendo ao comando António Garcez (vindo dos portuenses Arte & Ofício).

Com 33 anos, Garcez era uma figura da Rock português que não passava despercebida, devido às suas "performances" em palco e a algumas declarações polémicas que produzia em palco ou em entrevistas a órgãos de comunicação social.

Após ter passado pelos Pentágono e Psico, para além dos Arte & Ofício, Garcez recruta o guitarrista Filipe Mendes (que vinha dos Psico e tinha passado pelos Heavy Band e os Chinchilas), o brasileiro Betto Palumbo, na bateria e o baixista José Aguiar para dar forma a um projecto musical muito próximo do Heavy-Metal, sem influências da New-Wave.

No final de 1980 sai o seu primeiro LP "Roxigénio", com uma bela capa, mas cujo conteúdo musical deixava algo a desejar. Cantando em inglês, o grupo tem muitas limitações a nível da pronúncia do idioma, apesar de Garcez ter cantado em inglês nos Arte & Ofício. O disco consegue algum sucesso no programa radiofónico "Rock em Stock" e o grupo alcança alguns dos seus objectivos. Apesar disso, o seu sonho de internacionalização esfuma-se com este disco pobre musicalmente e sem hipóteses de passar além de Portugal.

Em 1981, os Roxigénio lançam o single "Song at Middle Voice", que atinge o primeiro lugar no top do "Rock em Stock". No lado 2 deste single encontra-se o tema "My Vocation". Neste disco o som Heavy é mais notório e Garcez melhora o seu sotaque inglês.

O ex-Mini Pop Abílio Queiroz entrara para a bateria [participa já no single "Song At Middle Voice"] e Garcez dá uma entrevista ao "Se7e" onde declara que os Roxigénio estão 20 anos à frente de Rui Veloso.

Em 1982 a banda lança o seu segundo disco de longa duração "Roxigénio 2" que inclui o "hit" "Stiff Nicked Obstinated".

Muito solicitados para espectáculos, os Roxigénio visitam o Sabugal para darem um concerto no dia 13 de Novembro de 1982, onde todas as capacidades do grupo puderam ser vistas e ouvidas. O concerto não desiludiu quem esteve atento. Garcez continuava a ser um verdadeiro "animal de palco" e Filipe Mendes um guitarrista multifacetado.

Em 1983 sai o terceiro disco "Rock'n'Roll Men" que nada acrescenta de relevante em relação ao que se conhecia. Da actual formação fazem parte dois ex-Go Graal Blues Band (Hipo Birdie e Fernando Delaere), para além de Frederic, nas guitarras, fazendo acompanhamento a Filipe Mendes.

Este disco revela-se um fracasso e o grupo tenta a sua aproximação ao público cantando em português.(1 Sem chegar a gravar, nesta nova fase, com uma formação que incluía saxofone, apresentam-se num programa de música da RTP2.

Por falta de interesse do público o grupo dissolve-se e Garcez ainda se juntará aos Stick (banda efémera) (2) e gravará em português com os Trabalhadores do Comércio, onde encontra os seus antigos companheiros dos Arte & Ofício.

Filipe Mendes parte para os Estados Unidos e regressará, já nos anos 90 como Phil Mendrix para participar em espectáculos com os Irmãos Catita.

ARTE OFICIO

Os Roxigénio iniciam as suas actividades em 1980, tendo ao comando António Garcez (vindo dos portuenses Arte & Ofício).

Com 33 anos, Garcez era uma figura da Rock português que não passava despercebida, devido às suas "performances" em palco e a algumas declarações polémicas que produzia em palco ou em entrevistas a órgãos de comunicação social.

Após ter passado pelos Pentágono e Psico, para além dos Arte & Ofício, Garcez recruta o guitarrista Filipe Mendes (que vinha dos Psico e tinha passado pelos Heavy Band e os Chinchilas), o brasileiro Betto Palumbo, na bateria e o baixista José Aguiar para dar forma a um projecto musical muito próximo do Heavy-Metal, sem influências da New-Wave.

No final de 1980 sai o seu primeiro LP "Roxigénio", com uma bela capa, mas cujo conteúdo musical deixava algo a desejar. Cantando em inglês, o grupo tem muitas limitações a nível da pronúncia do idioma, apesar de Garcez ter cantado em inglês nos Arte & Ofício. O disco consegue algum sucesso no programa radiofónico "Rock em Stock" e o grupo alcança alguns dos seus objectivos. Apesar disso, o seu sonho de internacionalização esfuma-se com este disco pobre musicalmente e sem hipóteses de passar além de Portugal.

Em 1981, os Roxigénio lançam o single "Song at Middle Voice", que atinge o primeiro lugar no top do "Rock em Stock". No lado 2 deste single encontra-se o tema "My Vocation". Neste disco o som Heavy é mais notório e Garcez melhora o seu sotaque inglês.

O ex-Mini Pop Abílio Queiroz entrara para a bateria [participa já no single "Song At Middle Voice"] e Garcez dá uma entrevista ao "Se7e" onde declara que os Roxigénio estão 20 anos à frente de Rui Veloso.

Em 1982 a banda lança o seu segundo disco de longa duração "Roxigénio 2" que inclui o "hit" "Stiff Nicked Obstinated".

Muito solicitados para espectáculos, os Roxigénio visitam o Sabugal para darem um concerto no dia 13 de Novembro de 1982, onde todas as capacidades do grupo puderam ser vistas e ouvidas. O concerto não desiludiu quem esteve atento. Garcez continuava a ser um verdadeiro "animal de palco" e Filipe Mendes um guitarrista multifacetado.

Em 1983 sai o terceiro disco "Rock'n'Roll Men" que nada acrescenta de relevante em relação ao que se conhecia. Da actual formação fazem parte dois ex-Go Graal Blues Band (Hipo Birdie e Fernando Delaere), para além de Frederic, nas guitarras, fazendo acompanhamento a Filipe Mendes.

Este disco revela-se um fracasso e o grupo tenta a sua aproximação ao público cantando em português.(1 Sem chegar a gravar, nesta nova fase, com uma formação que incluía saxofone, apresentam-se num programa de música da RTP2.

Por falta de interesse do público o grupo dissolve-se e Garcez ainda se juntará aos Stick (banda efémera) (2) e gravará em português com os Trabalhadores do Comércio, onde encontra os seus antigos companheiros dos Arte & Ofício.

Filipe Mendes parte para os Estados Unidos e regressará, já nos anos 90 como Phil Mendrix para participar em espectáculos com os Irmãos Catita.

ARTE OFICIO

A banda Arte & Ofício surgiu em 1976 , no Porto, quando o baixista Sérgio Castro e o vocalista António Garcez, dois antigos elementos dos Psico, decidem formar um grupo de Rock. A este núcleo inicial juntam-se Álvaro Azevedo (ex-Pop Five Music Inc.), na bateria e os guitarristas Fernando Nascimento e Serginho. Este grupo de veteranos, todos com larga experiência na música pop portuguesa pretende fazer dos Arte & Ofício um grupo profissional .

O seu som caracteriza-se por uma mistura de Hard Rock com Jazz Rock, na linha de uns Gentle Giant, mas com estéticas originais. O seu primeiro trabalho é um single com "Festival" e "Let Yourself Be", a que se seguirá outro single com "The Little Story Of Little Jimmy" e "Quibble". Nestes dois trabalhos é notório o profissionalismo da banda e, sobretudo, descobre-se um verdadeiro performer em Garcez.

No ano do lançamento dos singles fazem a primeira parte dos alemães Can , no Pavilhão dos Desportos de Lisboa e conseguem ofuscar a famosa banda teutónica. A revista "Música & Som" titulará mesmo "Arte & Ofício - O êxito dos Can". Bastante solicitada para espectáculos, a banda dá um magnífico concerto na cidade da Guarda no dia 8 de Abril de 1978, no Baile de Finalistas, com a primeira parte a pertencer ao Spartaks, a jogar em casa. Nesse mesmo ano sai o máxi-single "Come Hear The Band" e "O Cacarejo da Galinha", onde a banda revela todas as suas potencialidades. O tema com o título em português é totalmente experimental e o tema-título é um vigoroso Rock, ao qual os portugueses não estavam habituados, vindo de bandas portuguesas.

Em 1979 é editado "Faces", o seu primeiro trabalho de longa duração, com duas faces bem distintas: uma face Rock e uma face Jazz Rock. Este disco conta com a participação de António Pinho Vargas, hoje reputado músico de Jazz, que fará parte do line up da banda durante algum tempo. O grupo inicia uma tournée nacional em Teatros , com o apoio de uma marca de "jeans" e que chega à Guarda no dia 7 de Julho de 1979. O velhinho Cine-Teatro da Guarda ,com lotação esgotada, aplaudiu o grupo de Sérgio Castro. Garcez confirma-se como um verdadeiro "animal de palco" e o som da banda está cada vez melhor.

Quando se pensava que a banda estava para durar sofre um rude golpe com as saídas de Serginho e Garcez (este último para formar os Roxigénio). Nada, porém, estava perdido. A banda recruta André Sarbib e grava "Marijuana", um grande sucesso nos seus espectáculos ao vivo, e que lhe permite fazer as primeiras partes de Joe Jackson em vários países do Sul da Europa.

O "boom" do Rock português, com várias bandas a cantar na língua de Camões, é que foi fatal para o grupo. O público não aderiu ao seu Rock cantado em inglês e o seu último LP "Danza" não se conseguiu impor, apesar da sua qualidade, se ouvido hoje. Pouco tempo depois do lançamento do disco , e perante as poucas solicitações para concertos, o grupo dá por terminada a sua carreira. Ao mesmo tempo que mantinha os Arte & Ofício, Sérgio Castro forma os Trabalhadores do Comércio, que lhe permite continuar na crista da onda durante o tempo que durou o fenómeno do Rock português. Foi, aliás, com esta banda brincalhona que António Garcez voltou a gravar e a cantar em português.

ARTE OFICIO

Na segunda metade dos anos 70, disputavam com os lisboetas Tantra o título de representantes máximos do rock progressivo feito em Portugal. Em algumas noites em que as duas bandas actuavam, quem tocava primeiro era decidido com recurso à técnica da “moeda ao ar”, recorda Álvaro Azevedo, baterista dos portuenses Arte & Ofício.

A principal dificuldade para reunir os Arte & Ofício, grupo que fez carreira durante a década de 70, prendia-se com o facto de o vocalista, António Garcês, estar radicado nos Estados Unidos. "Mal o contactei, ele ficou logo todo entusiasmado e disse que viajaria para Portugal já nos próximos dias", revelou o baterista, Álvaro Azevedo.

Os portuenses voltam sábado, aos palcos. O regresso tem como pretexto uma noite de homenagem a músicos portugueses dos anos 60, 70 e 80, promovida pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), às 22h30, no bar BBC, em Lisboa. Mas pode não ficar por aqui: a banda está a equacionar fazer mais concertos e o catálogo está a ser digitalizado para ser editado pela primeira vez em CD - o seu vinil "Faces", 1979, no mercado internacional, por se tratar de uma raridade, num site britânico aparece ao preço de 780 euros, enquanto num japonês o mesmo disco custa cerca de 260 euros- a Movieplay vai digitalizar a música dos Arte & Ofício para a editar em CD.

Se houver convites nesse sentido, pode até vir um novo álbum a caminho, refere o baterista, satisfeito com a reacção que a notícia do regresso motivou em agentes do sector e em redes sociais como o Facebook.

Os Arte & Ofício surgiram em 1976, com membros dos Psico e dos Pop Five Music Inc. nas suas fileiras. Tinham bandas como os Gentle Giant e os Yes – “eram os discos que ouvíamos” – como inspiração.

“Era uma época dourada em termos de actuações. Não havia esta moda dos DJ. Tocávamos praticamente todas as semanas – ou era uma festa de finalistas ou era um concerto”, diz Álvaro Azevedo, que é também membro dos Trabalhadores do Comércio, nascidos das cinzas dos Arte & Ofício, que terminaram em 1982. Não sobreviveram ao “boom do rock português”, uma altura em que o público preferia canções rock mais simples e cantadas na língua natal.

No BBC, o grupo apresentar-se-á com António Garcez na voz (veio dos Estados Unidos, para onde emigrou, de propósito), Sérgio Castro (também dos Trabalhadores do Comércio) no baixo e voz, Fernando Nascimento na guitarra, André Sarbib ao piano e no órgão e Álvaro Azevedo.

Foi preciso poucos ensaios para os Arte & Ofício voltarem a tocar as canções, apesar da música dos Arte & Ofício ser “complexa, com três ou quatro andamentos” por tema, descreve Álvaro Azevedo.

A SPA vai homenagear 40 bandas e artistas do pop-rock português, entre as quais Adelaide Ferreira, os Xutos & Pontapés, os Delfins e os Ena Pá 2000. No BBC, haverá pequenos concertos de alguns destes grupos e uma actuação mais prolongada dos Xutos & Pontapés.

É a primeira gala de homenagem da SPA a músicos portugueses. Estão previstas, ainda sem datas, noites dedicadas ao fado, jazz e música erudita e música popular portuguesa e cantautores.

The Son Of Stiff Tour 1980

Various - The Son Of Stiff Tour 1980
Label: Stiff Records, Stiff Records, Vinyl, 12", 45 RPM

A1 Joe "King" Carrasco And The Crowns* - Betty's World 3:25

A2 Any Trouble - Turning Up The Heat 2:58

B1 Equators, The - Georgie 2:39

B2 Tenpole Tudor - There Are The Boys 3:42

B3 Dirty Looks - Drop That Tan 5:17

TENPOLE TUDOR

Tenpole Tudor, (left to right):
Dick Crippen, Gary Long, Eddie Tenpole (aka Eddie Tudor-Pole) e Bob Kingston.

Vi esta banda no Festival Rock (sim um Festival)no velhinho Pavilhão Infante Sagres, Porto - The Son of Stiff TOUR 1980.

O cartaz incluía cinco bandas. Ainda tenho o bilhete... ando a digitalizar todos os meus bilhetes- são mais de 200, vai demorar um pouco. vou criar um blog para o efeito. Vou dando noticias brevemente... espero que gostem.

CRASS

Crass - Stations Of The Crass. A minha primeiro compra de um album (uma caixa) dos ingleses Crass.

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