30/05/2011

COURTNEY LOVE

Courtney revelou numa entrevista á americana GO, uma característica até então desconhecida do seu ex-marido Kurt Cobain. Segundo ela, o líder do Nirvana era " bem dotado pra c***". Mas o tamanho interessa, haverá um tamanho padrão. Ou dependerá da geografia. Ou será da raça?.

Dizem que em África estarão os maiores, na Ásia os mais pequenos e a Europa fará a média.

Mais vale um pequeno brincalhão do que um grande bobalhão... será!!!!. Na hora da entrega, a excitação percorre todo o corpo e nós podemos dispor de muito mais do que um pénis e uma vagina para ser feliz.....na hora da relação sexual, o que faz a diferença é a capacidade de se abrir para dar e receber prazer.

A declaração foi dada depois que o jornalista perguntou se Brad Pitt poderia fazer o papel de Cobain no cinema. Courtney respondeu: "Kurt tinha mais presença e beleza que Brad Pitt. Ele era um líder, era forte, na realidade era bem dotado pra c***, se você quiser saber."

Na mesma entrevista, a vocalista do Hole também confirmou um velho boato de que Cobain havia sido convidado para actuar no filme Pulp Fiction, de Quentin Tarantino: "Você já se perguntou porque ele agradeceu o Quentin na capa do [álbum] In Utero? O Quentin tinha pedido para ele fazer o papel que depois foi do Eric Stoltz [em Pulp Fiction]."

Neil Strauss, é um dos mais famosos jornalistas de rock do mundo, escreve para a Rolling Stone e The New York Times, cobriu o suicídio de Kurt Cobain e já ganhou prémios com um perfil de Eric Clapton.

Também é o autor do best-seller, The Game: Penetrating the Secret Society of Pickup Artists, e tem um novo livro, Everyone Loves You When You"re Dead - Journeys into Fame and Madness,2011.

Courtney Love mostrou as cinzas de Kurt Cobain ao escritor Neil Strauss durante uma entrevista e chegou mesmo a confessar que gostaria de snifá-las com cocaína, à semelhança daquilo que o guitarrista dos Rolling Stones, Keith Richards, chegou a confessar ter feito com as cinzas do pai (depois acabou por desmentir).

SEMENTE


Se não houver frutas

Valeu a beleza das flores

Se não houver flores

Valeu a sombra das folhas

Se não houver folhas

Valeu a intenção da semente.

E da história toda houveram flutos, flores, folhas, após a boa intenção da semente...

25/05/2011

GEORGE ORWELL

"Quando se diz que um escritor está na moda, isso quer dizer que ele é admirado por menores de trinta anos."
(George Orwell)

Nick Nicely

Nick Nicely Psychotropia, Em 1982 o single Nick Nicely "Hilly Fields (1892)" é reverenciada por alguns colecionadores e aficionados como um culto, dos maiores de sempre de discos de rock retro-psicodélico, já lançados depois de 1980. Como muitos itens de culto como este, pode não viver até sua campanha publicitária para alguns ouvintes, mas o fez suportar fortes influências de Syd Barrett, Beatles, e diversas vertentes do final dos anos 60 da British psychedelia. O etéreo nebuloso das texturas sonoras e os tom de "lost-soul"à deriva das canções foram outras fortes ligações com a idade de ouro da psicadelia britânica, embora houvesse apetrechos modernos para a produção e instrumentos eletrônicos das faixas pós-datadas da década de 1960. "Hilly Fields (1892)" em si, por exemplo, tem sintetizador e percussão electrónica, cellos, bem como ruídos que antecipam o scratching. Submerso em teclado assombrado, melodias agridoces downbeat, difíceis de identificar golpes electrónicos, vozes faladas, abafado cantar indistinto e confuso, e guitarra distorcida, muito do seu material mergulha fundo no espírito da psicadelia britânica vintage.

Por razões que são tão obscuras quanto a sua música, no entanto, só conseguiu lançar alguns singles no início de 1980. Ele fez um monte de gravações desligando a seguir, porém, as 18 faixas que abrangem 1978-2004 (incluindo todos os singles) encontraram lançamento em CD na compilação de 2004 Psychotropia.

LUIS ARMASTRONDO - PUB RIBEIRA

Passei no Luis umas tardes e noites inesquecíveis--- quem não se lembra de querer beber um a cerveja e não haver copos???
Era acabar de beber e partir o copo.... atirando-o para o chão .. ou outro sitio.

O Luís Armastrondo ficou conhecido com este nome em 1988. O bar localizado no Porto, perto do Douro, nasceu um ano antes, tendo como mentores Manuel Sousa e João Faiões, que devido à sua paixão pela música moderna portuguesa criaram o primeiro espaço a ter concertos semanais.

O bar tornou-se conhecido devido à realização do concurso de bandas luso-galaico e do festival nacional de música rock.

Por esta importante sala passaram nomes como Mão Morta, Repórter Estrábico, Essa Entente, Sitiados, Entes Queridos, Seres, Zem, Melleril de Nembutal, Bramassaji, Terra Mar, Linha Geral, Emílio e a Tribo do Rum, João Phalo & the Box, SPQR, Ocaso Épico, Easy Gents, D' Age, Requiem Pelos Vivos, Ella Sing, Linha Geral, General Inverno.

No natal de 1990 a tragédia aconteceu. Uma enxurrada desmoronou o morro, situado na traseira, sobre o edifício e engoliu o Luís Armastrondo.

Os Ultimo Reduto foram a banda que pela última vez pisou este palco. Precisamente dois dias antes deste triste acontecimento

Lisboa tinha o RRV, o Porto o Luís Armastrondo, duas salas de passagem obrigatória para as bandas da altura.

The Ballad of Genesis and Lady Jaye

INDIE LISBOA 2011

O filme The Ballad of Genesis and Lady Jaye, documentário de Marie Loisier sobre a estranha história de amor de Genesis P-Orridge (dos Throbbing Gristle e Psychic TV) e da sua Lady Jaye, foi o vencedor do Grande Prémio "Cidade de Lisboa", na oitava edição do IndieLisboa.

O festival de cinema independente lisboeta manteve este ano a atenção especial à música e pela secção "IndieMusic" passaram ainda documentários sobre Neil Young, Lemmy, John Lennon, Phil Spector, Broken Social Scene, Dead Combo, Diabo na Cruz, DJ Ride, Linda Martini, Pop Dell'Arte e Terrakota.

THEY´RE NUDE THEY´RE GAMING

16/05/2011

ANDY WARHOL

Uma casa em Manhattan, Nova Iorque, onde o artista Andy Warhol viveu durante 14 anos, foi hoje posta à venda por 4,3 milhões de dólares (três milhões de euros), informou a edição digital da revista New York Magazine.

Warhol (1928-1987), icónico mentor do movimento Pop Art, mudou-se nos anos 1960 com a mãe para a referida casa, dotada de quatro andares, quatro quartos e três casas de banho.

O artista criou no local algumas das suas mais famosas pintoras, nomeadamente as referentes às sopas Campbell's, um dos seus trabalhos mais conhecidos a nível mundial.

Segundo a New York Magazine, citada pela agência EFE, Warhol pagou pela casa do século XIX cerca de 60 mil dólares (41,2 mil euros). Atualmente, a residência absorve por ano, só em impostos, mais de 20 mil dólares (13,7 mil euros).


Um autorretrato do norte-americano Andy Warhol (1928-1987) foi vendido por 38,4 milhões de dólares (cerca de 27 milhões de euros) pela Christie's, em Nova Iorque.

O valor alcançado é o mais elevado de sempre alcançado por um autorretrato do artista pop em leilão, segundo a leiloeira.

Esta obra, criada em 1964 sobre fotografias com diferentes tons de azul, e tido como o primeiro a ser realizado pelo "pai da pop art", foi também a mais cara vendida no leilão em Nova Iorque.

Um outro autorretrato do mesmo artista foi vendido por 27,5 milhões de dólares (19,4 milhões de euros) e uma tela do artista expressionista Mark Rothko (1903-1970) atingiu 33,6 milhões de dólares (23,7 milhões de euros).

O autorretrato de Warhol "é um dos trabalhos mais icónicos do artista", comentou o responsável da Christie's para a arte pós guerra e contemporânea, Koji Inoue.

A obra de Rothko que alcançou um valor mais elevado chama-se "Untitled No. 17", e foi criada em 1961.

BRIAN WILSON

Esta é a noticia do mês ou do ano.......Brian Wilson declarou que considera uma reunião com os ex-integrantes ainda vivos dos Beach Boys - Al Jardine, Mike Love e Bruce Johnston - para celebrar o aniversário de 50 anos do nascimento da banda. As informação foi divulgada pelo site NME.

Wilson, que na semana passada afirmou que pretende parar de se apresentar em 2012, contou à BBC 6 Music que está pensando em tocar com sua antiga banda pela primeira vez em 20 anos.

Uma Jukebox do início do século XX

Com um dos mais impressionantes acervos literários do mundo, a Biblioteca do Congresso Americano agora amplia os seus serviços on-line.

No total são mais de 10.000 ficheiros de áudio do começo do século XX, a maioria feita pela Victor Talking Machine Company, entre 1901 e 1925, entre os quais música, discursos, poesia e humor, estão disponíveis, de forma gratuita, através do site National Jukebox .

Os conteúdos do Jukebox, que conta com a parceria da Sony Music Entertainment, deverão crescer nos próximos tempos, de forma regular, à medida que forem sendo adicionados mais gravações de editoras como a Victor, a Columbia ou a OKeh

MU

Mu “Mu”, 1971, Pop Rock, Progressive, Psychedelic, RnB.

O som de Mu é uma mistura de todo o rock psicadélico e rhythm and blues. Os ritmos mostra a influência em Captain Beefheart, mas Mu é um caso mais radio-friendly, que a Magic Band. As músicas são em grande parte instrumental e semi-suites progressivas. Mu benefícios a partir desta, a rara, até mesmo mistura de experimental com songcraft consoante. Ala o reino do hipnótico.

Jeff Cotton, juntamente com Randy Wimmer, deixaram os Mu em 1975 para estudarem o Christian Ministry. Merrell Fankhauser, o homem por trás de uma série de álbuns como Fapardokly e HMS Bounty’s Things, cresceu cada vez mais fascinado com o continente perdido dos Mu, grava mais discos baseados no tema Mu e continuou a tocar música nas ilhas havaianas.

04/02/2011

GOOGLE ART PROJECT

Nova ferramenta do Google permite viagem pelos museus do mundo

A Google revelou mais uma novidade. A partir de agora é possível, através do Art Project (http://googleartproject.com/) visualizar 17 dos museus de arte mais importantes do mundo sem sair de casa ou mesmo da cadeira.

A nova ferramenta da Google permite a qualquer utilizador descobrir e visualizar virtualmente mais de mil obras de arte em alta resolução e 17 delas com super resolução.

A visita aos 17 museus de 11 cidades espalhadas por 9 países permite ainda conhecer a história de cada autor, obra ou museu, ‘passear’ pelas galerias e seleccionar as obras de arte que mais lhe interessam.

O painel de informação permite aos utilizadores acederem ainda a mais detalhes sobre a obra de arte, encontrarem outros trabalhos do mesmo artista ou visualizarem vídeos relacionados no YouTube.

Museus participantes:
Altes Nationalgalerie, Berlim, Alemanha
Frick collection, Nova Iorque, Estados Unidos
Galeria degli Uffizi, Florença, Itália
Freer Gallery - Smithsonian, Washington, Estados Unidos
Galería Tretyakov, São Petersburgo, Rússia
Gemäldegalerie, Berlim, Alemanha
MoMA, Museum of Modern Art, Nova Iorque, Estados Unidos
Museu Hermitage, São Petersburgo, Rússia
Museu Kampa, Praga, República Checa
Museu Rainha Sofia, Madrid, Espanha
Museu Thyssen-Bornemisza, Madrid, Espanha
Museu Van Gogh, Ámesterdão, Holanda
National Gallery, Londres, Reino Unido
Palacio de Versalhes, França
Rijksmuseum, Amesterdão, Holanda
Tate Britain, Londres, Reino Unido
Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque, Estados Unidos

01/02/2011

ARTE OFICIO

Os Roxigénio iniciam as suas actividades em 1980, tendo ao comando António Garcez (vindo dos portuenses Arte & Ofício).

Com 33 anos, Garcez era uma figura da Rock português que não passava despercebida, devido às suas "performances" em palco e a algumas declarações polémicas que produzia em palco ou em entrevistas a órgãos de comunicação social.

Após ter passado pelos Pentágono e Psico, para além dos Arte & Ofício, Garcez recruta o guitarrista Filipe Mendes (que vinha dos Psico e tinha passado pelos Heavy Band e os Chinchilas), o brasileiro Betto Palumbo, na bateria e o baixista José Aguiar para dar forma a um projecto musical muito próximo do Heavy-Metal, sem influências da New-Wave.

No final de 1980 sai o seu primeiro LP "Roxigénio", com uma bela capa, mas cujo conteúdo musical deixava algo a desejar. Cantando em inglês, o grupo tem muitas limitações a nível da pronúncia do idioma, apesar de Garcez ter cantado em inglês nos Arte & Ofício. O disco consegue algum sucesso no programa radiofónico "Rock em Stock" e o grupo alcança alguns dos seus objectivos. Apesar disso, o seu sonho de internacionalização esfuma-se com este disco pobre musicalmente e sem hipóteses de passar além de Portugal.

Em 1981, os Roxigénio lançam o single "Song at Middle Voice", que atinge o primeiro lugar no top do "Rock em Stock". No lado 2 deste single encontra-se o tema "My Vocation". Neste disco o som Heavy é mais notório e Garcez melhora o seu sotaque inglês.

O ex-Mini Pop Abílio Queiroz entrara para a bateria [participa já no single "Song At Middle Voice"] e Garcez dá uma entrevista ao "Se7e" onde declara que os Roxigénio estão 20 anos à frente de Rui Veloso.

Em 1982 a banda lança o seu segundo disco de longa duração "Roxigénio 2" que inclui o "hit" "Stiff Nicked Obstinated".

Muito solicitados para espectáculos, os Roxigénio visitam o Sabugal para darem um concerto no dia 13 de Novembro de 1982, onde todas as capacidades do grupo puderam ser vistas e ouvidas. O concerto não desiludiu quem esteve atento. Garcez continuava a ser um verdadeiro "animal de palco" e Filipe Mendes um guitarrista multifacetado.

Em 1983 sai o terceiro disco "Rock'n'Roll Men" que nada acrescenta de relevante em relação ao que se conhecia. Da actual formação fazem parte dois ex-Go Graal Blues Band (Hipo Birdie e Fernando Delaere), para além de Frederic, nas guitarras, fazendo acompanhamento a Filipe Mendes.

Este disco revela-se um fracasso e o grupo tenta a sua aproximação ao público cantando em português.(1 Sem chegar a gravar, nesta nova fase, com uma formação que incluía saxofone, apresentam-se num programa de música da RTP2.

Por falta de interesse do público o grupo dissolve-se e Garcez ainda se juntará aos Stick (banda efémera) (2) e gravará em português com os Trabalhadores do Comércio, onde encontra os seus antigos companheiros dos Arte & Ofício.

Filipe Mendes parte para os Estados Unidos e regressará, já nos anos 90 como Phil Mendrix para participar em espectáculos com os Irmãos Catita.

ARTE OFICIO

Os Roxigénio iniciam as suas actividades em 1980, tendo ao comando António Garcez (vindo dos portuenses Arte & Ofício).

Com 33 anos, Garcez era uma figura da Rock português que não passava despercebida, devido às suas "performances" em palco e a algumas declarações polémicas que produzia em palco ou em entrevistas a órgãos de comunicação social.

Após ter passado pelos Pentágono e Psico, para além dos Arte & Ofício, Garcez recruta o guitarrista Filipe Mendes (que vinha dos Psico e tinha passado pelos Heavy Band e os Chinchilas), o brasileiro Betto Palumbo, na bateria e o baixista José Aguiar para dar forma a um projecto musical muito próximo do Heavy-Metal, sem influências da New-Wave.

No final de 1980 sai o seu primeiro LP "Roxigénio", com uma bela capa, mas cujo conteúdo musical deixava algo a desejar. Cantando em inglês, o grupo tem muitas limitações a nível da pronúncia do idioma, apesar de Garcez ter cantado em inglês nos Arte & Ofício. O disco consegue algum sucesso no programa radiofónico "Rock em Stock" e o grupo alcança alguns dos seus objectivos. Apesar disso, o seu sonho de internacionalização esfuma-se com este disco pobre musicalmente e sem hipóteses de passar além de Portugal.

Em 1981, os Roxigénio lançam o single "Song at Middle Voice", que atinge o primeiro lugar no top do "Rock em Stock". No lado 2 deste single encontra-se o tema "My Vocation". Neste disco o som Heavy é mais notório e Garcez melhora o seu sotaque inglês.

O ex-Mini Pop Abílio Queiroz entrara para a bateria [participa já no single "Song At Middle Voice"] e Garcez dá uma entrevista ao "Se7e" onde declara que os Roxigénio estão 20 anos à frente de Rui Veloso.

Em 1982 a banda lança o seu segundo disco de longa duração "Roxigénio 2" que inclui o "hit" "Stiff Nicked Obstinated".

Muito solicitados para espectáculos, os Roxigénio visitam o Sabugal para darem um concerto no dia 13 de Novembro de 1982, onde todas as capacidades do grupo puderam ser vistas e ouvidas. O concerto não desiludiu quem esteve atento. Garcez continuava a ser um verdadeiro "animal de palco" e Filipe Mendes um guitarrista multifacetado.

Em 1983 sai o terceiro disco "Rock'n'Roll Men" que nada acrescenta de relevante em relação ao que se conhecia. Da actual formação fazem parte dois ex-Go Graal Blues Band (Hipo Birdie e Fernando Delaere), para além de Frederic, nas guitarras, fazendo acompanhamento a Filipe Mendes.

Este disco revela-se um fracasso e o grupo tenta a sua aproximação ao público cantando em português.(1 Sem chegar a gravar, nesta nova fase, com uma formação que incluía saxofone, apresentam-se num programa de música da RTP2.

Por falta de interesse do público o grupo dissolve-se e Garcez ainda se juntará aos Stick (banda efémera) (2) e gravará em português com os Trabalhadores do Comércio, onde encontra os seus antigos companheiros dos Arte & Ofício.

Filipe Mendes parte para os Estados Unidos e regressará, já nos anos 90 como Phil Mendrix para participar em espectáculos com os Irmãos Catita.

ARTE OFICIO

A banda Arte & Ofício surgiu em 1976 , no Porto, quando o baixista Sérgio Castro e o vocalista António Garcez, dois antigos elementos dos Psico, decidem formar um grupo de Rock. A este núcleo inicial juntam-se Álvaro Azevedo (ex-Pop Five Music Inc.), na bateria e os guitarristas Fernando Nascimento e Serginho. Este grupo de veteranos, todos com larga experiência na música pop portuguesa pretende fazer dos Arte & Ofício um grupo profissional .

O seu som caracteriza-se por uma mistura de Hard Rock com Jazz Rock, na linha de uns Gentle Giant, mas com estéticas originais. O seu primeiro trabalho é um single com "Festival" e "Let Yourself Be", a que se seguirá outro single com "The Little Story Of Little Jimmy" e "Quibble". Nestes dois trabalhos é notório o profissionalismo da banda e, sobretudo, descobre-se um verdadeiro performer em Garcez.

No ano do lançamento dos singles fazem a primeira parte dos alemães Can , no Pavilhão dos Desportos de Lisboa e conseguem ofuscar a famosa banda teutónica. A revista "Música & Som" titulará mesmo "Arte & Ofício - O êxito dos Can". Bastante solicitada para espectáculos, a banda dá um magnífico concerto na cidade da Guarda no dia 8 de Abril de 1978, no Baile de Finalistas, com a primeira parte a pertencer ao Spartaks, a jogar em casa. Nesse mesmo ano sai o máxi-single "Come Hear The Band" e "O Cacarejo da Galinha", onde a banda revela todas as suas potencialidades. O tema com o título em português é totalmente experimental e o tema-título é um vigoroso Rock, ao qual os portugueses não estavam habituados, vindo de bandas portuguesas.

Em 1979 é editado "Faces", o seu primeiro trabalho de longa duração, com duas faces bem distintas: uma face Rock e uma face Jazz Rock. Este disco conta com a participação de António Pinho Vargas, hoje reputado músico de Jazz, que fará parte do line up da banda durante algum tempo. O grupo inicia uma tournée nacional em Teatros , com o apoio de uma marca de "jeans" e que chega à Guarda no dia 7 de Julho de 1979. O velhinho Cine-Teatro da Guarda ,com lotação esgotada, aplaudiu o grupo de Sérgio Castro. Garcez confirma-se como um verdadeiro "animal de palco" e o som da banda está cada vez melhor.

Quando se pensava que a banda estava para durar sofre um rude golpe com as saídas de Serginho e Garcez (este último para formar os Roxigénio). Nada, porém, estava perdido. A banda recruta André Sarbib e grava "Marijuana", um grande sucesso nos seus espectáculos ao vivo, e que lhe permite fazer as primeiras partes de Joe Jackson em vários países do Sul da Europa.

O "boom" do Rock português, com várias bandas a cantar na língua de Camões, é que foi fatal para o grupo. O público não aderiu ao seu Rock cantado em inglês e o seu último LP "Danza" não se conseguiu impor, apesar da sua qualidade, se ouvido hoje. Pouco tempo depois do lançamento do disco , e perante as poucas solicitações para concertos, o grupo dá por terminada a sua carreira. Ao mesmo tempo que mantinha os Arte & Ofício, Sérgio Castro forma os Trabalhadores do Comércio, que lhe permite continuar na crista da onda durante o tempo que durou o fenómeno do Rock português. Foi, aliás, com esta banda brincalhona que António Garcez voltou a gravar e a cantar em português.

ARTE OFICIO

Na segunda metade dos anos 70, disputavam com os lisboetas Tantra o título de representantes máximos do rock progressivo feito em Portugal. Em algumas noites em que as duas bandas actuavam, quem tocava primeiro era decidido com recurso à técnica da “moeda ao ar”, recorda Álvaro Azevedo, baterista dos portuenses Arte & Ofício.

A principal dificuldade para reunir os Arte & Ofício, grupo que fez carreira durante a década de 70, prendia-se com o facto de o vocalista, António Garcês, estar radicado nos Estados Unidos. "Mal o contactei, ele ficou logo todo entusiasmado e disse que viajaria para Portugal já nos próximos dias", revelou o baterista, Álvaro Azevedo.

Os portuenses voltam sábado, aos palcos. O regresso tem como pretexto uma noite de homenagem a músicos portugueses dos anos 60, 70 e 80, promovida pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), às 22h30, no bar BBC, em Lisboa. Mas pode não ficar por aqui: a banda está a equacionar fazer mais concertos e o catálogo está a ser digitalizado para ser editado pela primeira vez em CD - o seu vinil "Faces", 1979, no mercado internacional, por se tratar de uma raridade, num site britânico aparece ao preço de 780 euros, enquanto num japonês o mesmo disco custa cerca de 260 euros- a Movieplay vai digitalizar a música dos Arte & Ofício para a editar em CD.

Se houver convites nesse sentido, pode até vir um novo álbum a caminho, refere o baterista, satisfeito com a reacção que a notícia do regresso motivou em agentes do sector e em redes sociais como o Facebook.

Os Arte & Ofício surgiram em 1976, com membros dos Psico e dos Pop Five Music Inc. nas suas fileiras. Tinham bandas como os Gentle Giant e os Yes – “eram os discos que ouvíamos” – como inspiração.

“Era uma época dourada em termos de actuações. Não havia esta moda dos DJ. Tocávamos praticamente todas as semanas – ou era uma festa de finalistas ou era um concerto”, diz Álvaro Azevedo, que é também membro dos Trabalhadores do Comércio, nascidos das cinzas dos Arte & Ofício, que terminaram em 1982. Não sobreviveram ao “boom do rock português”, uma altura em que o público preferia canções rock mais simples e cantadas na língua natal.

No BBC, o grupo apresentar-se-á com António Garcez na voz (veio dos Estados Unidos, para onde emigrou, de propósito), Sérgio Castro (também dos Trabalhadores do Comércio) no baixo e voz, Fernando Nascimento na guitarra, André Sarbib ao piano e no órgão e Álvaro Azevedo.

Foi preciso poucos ensaios para os Arte & Ofício voltarem a tocar as canções, apesar da música dos Arte & Ofício ser “complexa, com três ou quatro andamentos” por tema, descreve Álvaro Azevedo.

A SPA vai homenagear 40 bandas e artistas do pop-rock português, entre as quais Adelaide Ferreira, os Xutos & Pontapés, os Delfins e os Ena Pá 2000. No BBC, haverá pequenos concertos de alguns destes grupos e uma actuação mais prolongada dos Xutos & Pontapés.

É a primeira gala de homenagem da SPA a músicos portugueses. Estão previstas, ainda sem datas, noites dedicadas ao fado, jazz e música erudita e música popular portuguesa e cantautores.

The Son Of Stiff Tour 1980

Various - The Son Of Stiff Tour 1980
Label: Stiff Records, Stiff Records, Vinyl, 12", 45 RPM

A1 Joe "King" Carrasco And The Crowns* - Betty's World 3:25

A2 Any Trouble - Turning Up The Heat 2:58

B1 Equators, The - Georgie 2:39

B2 Tenpole Tudor - There Are The Boys 3:42

B3 Dirty Looks - Drop That Tan 5:17

TENPOLE TUDOR

Tenpole Tudor, (left to right):
Dick Crippen, Gary Long, Eddie Tenpole (aka Eddie Tudor-Pole) e Bob Kingston.

Vi esta banda no Festival Rock (sim um Festival)no velhinho Pavilhão Infante Sagres, Porto - The Son of Stiff TOUR 1980.

O cartaz incluía cinco bandas. Ainda tenho o bilhete... ando a digitalizar todos os meus bilhetes- são mais de 200, vai demorar um pouco. vou criar um blog para o efeito. Vou dando noticias brevemente... espero que gostem.

CRASS

Crass - Stations Of The Crass. A minha primeiro compra de um album (uma caixa) dos ingleses Crass.

Top 10 Dicas exercícios e truques para treinar e melhorar o seu cérebro

Top 10 Dicas exercícios e truques para treinar e melhorar o seu cérebro:

1. Exercise and Eat Well
2. Learn About Your Brain's Faults and Account for Them
3. Meditate
4. Lumosity
5. Tell Yourself Stories
6. Act Like You're Teaching
7. Write Instead of Type (More Often)
8. Practice Simple Math Every Day
9. Wikipedia:Random
10. Sudoku

31/01/2011

JOE PASS

"Virtuoso" integrado na série Original Jazz Classics Remasters, do genial guitarrista Joe Pass, gravado sem "overdubs", aquilo que parecia ser impossível; versões rápidas de clássicos bop como "How High The Moon", "Cherokee" ou "All The Things You Are", a solo, na sua guitarra semi-acústica, com uma técnica convencional prodigiosa que lhe permitia tocar simultaneamente o acompanhamento harmónico e as partes solistas.

Joe Pass foi um lendário guitarrista de jazz. Começou a tocar aos 9 anos, e antes de terminar o colegio, passou para a estrada. Como muitos artistas de jazz nos anos 50, Pass teve problemas com drogas e esteve limpo durante uma temporada na prisão.

Após voltar a gravar no início dos anos 60, trabalhou como músico de estúdio em Los Angeles, tocando numa dúzia de registos. Assinou então com a Pablo Records, e gravou a sua influente série Virtuoso.

SONNY ROLLINS

Integrado na série Original Jazz Classics Remasters, "Way Out West", na capa uma famosa fotografia de William Claxton tirada no deserto americano, Sonny Rollins veste roupas de cowboy (coldre de pistolas incluido) e segura na mão o seu saxofone tenor. Uma imagem que se tornou emblemática de um dos registos mais amados do jazz.

Ao escutarmos o saxofone de Rollins é difícil imaginar que este disco tenha sido gravado na década de 50. O contrabaixista Ray Brown e o baterista Shelly Manne formam a secção rítmica de "Way Out West".

29/01/2011

MARILYN MONROE


Mortos eles continuam a render milhões - Elvis, Lennon, Michael Jackson, e Marilyn.

Ela é a mais nova musa da Christian Dior, vai ser a estrela de um novo filme, será tema de um reality show e ainda está prestes a fechar contratos com marcas de cosmésticos, lingerie e utensílios domésticos.

Uma rotina normal de celebridade se não fosse pelo facto de a garota-propaganda em questão ter morrido há 49 anos. Marilyn Monroe, que completaria 85 anos este ano, permanece sinonimo de óptimos negócios e movimenta ainda mais dinheiro que no auge de sua fama, nos anos 1950.
Foram cerca de US$ 5 milhões só no ano passado e mais de dois mil contratos de licenciamento nos últimos 20 anos.

Mas 2011 se anuncia ainda mais especial e lucrativo. E o responsável pela nova ressurreição do maior símbolo sexual de Hollywood é Jamie Salter, CEO de uma das maiores empresas de propriedade intelectual do mundo, a Authentic Brands Group (ABG).
Lee Strasberg com Anna.
O grupo americano, em parceria com a companhia de entretenimento Neca, acaba de comprar os direitos de nome e imagem da loira, que pertenciam a Anna Strasberg, terceira esposa de Lee Strasberg (1901-1982), professor de actuação de Marilyn durante oito anos. No seu testamento, a diva deixou o control de 75% do seu património para o mestre administrar, em gratidão por sua tutela artística e pessoal antes e depois de ela se tornar uma estrela.

Com sua morte, os direitos passaram para as mãos de Anna. As cifras do negócio não foram divulgadas, mas ficaram em torno de US$ 50 milhões. O objectivo de Salter é tornar a estrela ainda mais popular no mundo inteiro.
“A geração mais nova vai se apaixonar por ela como nós nos apaixonamos”, comentou o especialista em marcas, que também detém os direitos do cantor de reggae Bob Marley.

“Por que Lindsay Lohan se inspira em Marilyn? Por que Lady Gaga também faz o mesmo?

ANDY WARHOL

A marca de champanhe Dom Pérignon criou uma edição limitada em homenagem a Andy Warhol.As garrafas coloridas são resultado da parceria com a Andy Warhol Foundation e começaram a ser vendidas no dia 15 de Outubro. Dizem que ele adorava champanhe. Baratinho não é........como as sua sobras mas deve dar vontade de ter/beber.
Concorrencia com os modelos disco e rock da Absolut!.

The Best of Young Spanish-Language Novelists

De Borges para Bolaño, o espanhol deu-nos alguns dos escritores mais queridos dos séculos 20 e 21. Mas como o alcance da cultura de língua espanhola se estende muito além Espanha e América Latina, e como os EUA se inclina em direcção a uma população de maioria hispânica, é hora de perguntar quem será o próximo nessa tradição emocionante. Escolhido por um distinto painel de seis juízes, Granta en español, elegeu as 22 estrelas literárias do futuro.

Andrés Barba – Spain, 1975
Oliverio Coelho – Argentina, 1977
Andrés Ressia Colino – Uruguay, 1977
Federico Falco – Argentina, 1977
Pablo Gutiérrez – Spain, 1978
Rodrigo Hasbún – Bolivia, 1981
Sònia Hernández – Spain, 1976
Carlos Labbé – Chile, 1977
Javier Montes – Spain, 1976
Elvira Navarro – Spain, 1978
Matías Néspolo – Argentina, 1975
Andrés Neuman – Argentina, 1977
Alberto Olmos – Spain, 1975
Pola Oloixarac – Argentina, 1977
Antonio Ortuño – Mexico, 1976
Patricio Pron – Argentina, 1975
Lucía Puenzo – Argentina, 1976
Santiago Roncagliolo – Peru, 1975
Andrés Felipe Solano – Colombia, 1977
Samanta Schweblin – Argentina, 1978
Carlos Yushimito – Peru, 1977
Alejandro Zambra – Chile, 1975

27/01/2011

Anthony Braxton

Anthony Braxton (pai da cantora Toni Braxton e do guitarrista Tyonday Braxton, fundador do grupo Battles).

CASSIBER

Man or Monkey - Cassiber (ReR)

Alfred Harth / Chris Cutler / Heiner Goebbels / Christoph Anders
recorded in Switzerland in 1982, Recommended Records (ReR), UK.

CHRIS CUTLER + A23H+ FRED FRITH

Domestic Stories (ReR)

Chris Cutler / Lutz Glandien / A23H / Fred Frith / Dagmar Krause
recorded in Berlin in 1991, Recommended Records (ReR).